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sábado, 7 de novembro de 2026
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Política

Presidente da câmara de VG nega existência de servidores fantasmas

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O presidente da Câmara de Várzea Grande, João Madureira, tentou demonstrar tranquilidade durante a operação da Delegacia Fazendária. Negou a existência de servidores fantasmas, assim como a recusa em fornecer documentos à Justiça. "Estou tranquilo porque não existe fantasma aqui. Isso eu garanto. Além do mais, repassamos todas as informações solicitadas e não havia necessidade de tudo isso. Mas a Policia Civil está cumprindo o seu papel e nós respeitamos", afirmou Madureira, que causou polêmica em nível nacional ao exigir que servidores do Executivo fizessem filas para receber pessoalmente o salário na prefeitura.

O presidente alegou ainda que recentemente o juiz Onivaldo Budny requereu informações sobre a folha de pagamento e repassou dados referentes aos últimos anos. "Fizemos isso dentro do prazo determinado, que era de 48 horas", afirma o diretor-geral da Câmara, Anderson Rodrigo.

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Cassação – Enquanto os policiais realizavam a busca e apreensão, Madureira permaneceu na presidência da Câmara. Ele só saiu para falar com a imprensa e receber professores da rede municipal que foram ao Legislativo protestar contra as condições da categoria. Ao falar com os manifestantes, ele pediu paciência e prometeu cassar o prefeito Murilo Domingos e o vice-prefeito Tião da Zaeli (ambos do PR), caso eles não cumpram com as exigências da sociedade.

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Um dos casos investigados pelo MPE trata da professora Percília Figueiredo, que diz ter trabalhado por pouco mais de 1 mês no gabinete da vereadora Isabela Guimarães (DEM). Ela alega que tinha que devolver o salário a um dos filhos da parlamentar, o que é negado pela democrata.

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A denúncia levou coordenadores do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) a pedir ao Tribunal de Contas do Estado que investigue gastos da prefeitura e da Câmara referentes aos últimos 4 anos. O mais curioso é que, em março, Madureira chegou a exonerar mais de 200 servidores alegando que eles recebiam sem trabalhar no Executivo. Depois que Murilo e Tião da Zaeli reassumiram as cadeiras, a maioria foi contratada novamente.

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