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domingo, 8 de novembro de 2026
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Política

Partidos da ‘frentinha’ em Mato Grosso debatem possível composição com Mauro e Wellington

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Os partidos da chamada ‘Frentinha’, composta por sete pequenas agremiações, começam a tomar rumos diferentes nas discussões pré-eleitorais deste ano. Desde que o Avante começou a conversar com o governador Pedro Taques, pré-candidato a reeleição pelo PSDB, os demais engataram conversas paralelas, deixando de lado a união do grupo.

O próximo a insinuar uma debandada é o Partido Republicano da Ordem Social (Pros). Seu presidente, o vereador Dilemário Alencar (foto), admitiu que a sigla tem ‘simpatia’ pela pré-candidatura de Mauro Mendes (DEM). Enquanto isso, os outros membros da Frentinha discutem a possibilidade de se unirem ao projeto de Wellington Fagundes (PR), mas nada impede que ali também ocorra uma dispersão.

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‘Internamente no partido, temos uma simpatia muito grande pela candidatura do Mauro Mendes com o Otaviano Pivetta de vice, mas eu acredito que, pelo menos, 80% da Frentinha vai se manter coesa’, ponderou Dilemário.

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Fazem parte da Frentinha o Podemos, DC, PMN, Pros, PRP, Avante e PSL. A formação do grupo começou em agosto do ano passado e a ideia era conseguir mais tempo de televisão e evitar coligar com partidos que já tivessem parlamentares eleitos.

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Fagundes também tem interesse em levar a Frentinha para sua coligação. Tem conversado com o pré-candidato à reeleição ao Senado, José Medeiros (PODE), na tentativa de atrair o grupo. Medeiros diz que a oficialização do apoio deve ocorrer até segunda-feira (16).

O senador dá como certa a saída do MDB da chapa de Fagundes. ‘Estamos conversando desde o meio da semana e afunilando para poder fechar. Depois que MDB saiu, cogitou-se de o Wellington não sair [candidato], mas na verdade que aconteceu foi que os partidos resolveram fechar esse bloco e, se der tudo certo, vamos caminhar juntos’, explicou.

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