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sábado, 7 de novembro de 2026
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Política

Mauro defende Roberto França e diz que terá ‘prazer’ em ajudar prefeito ‘honesto e trabalhador’

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O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM) defendeu candidatura de Roberto França (Patriota) à prefeitura de Cuiabá na chapa que tem o vereador e companheiro do Democratas, Marcelo Bussiki. O gestor estadual disse acreditar que França chegará ao segundo turno, na honestidade do ex-prefeito – que admitiu ter uma condenação de seis anos e quatro meses na primeira instância da Justiça Federal -, e acrescentou que terá “prazer” em ajudar a prefeitura da capital se ela for ocupada por um prefeito honesto, assim como pretende fazer nos 141 municípios de Mato Grosso.

“A gente precisa de bons prefeitos. Prefeito honesto e trabalhador. Eu vou ter muita dificuldade de conviver com qualquer prefeito que tenha uma fama de ser desonesto e de não trabalhar corretamente”, declarou em entrevista coletiva.

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Questionado sobre a situação de França, atacado na campanha eleitoral pelo atual prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), que disputa a reeleição e que tem inimizade com Mauro Mendes, o governador reafirmou a confiança no aliado e desacreditou o emedebista.

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“Não é nada disso. Ele [Emanuel Pinheiro] está faltando com a verdade. A condenação dele [Roberto França] é por uma prestação de contas. Eu conheço isso muito bem, o Roberto pode esclarecer isso muito bem e a verdade está ao lado do Roberto e não ao lado do senhor prefeito”, acrescentou.

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A condenação de França é explorada na campanha eleitoral de Emanuel Pinheiro, que informa pena de oito anos e oito meses. A propaganda eleitoral do emedebista obrigou o ex-prefeito admitir a condenação e a informar que trata-se de uma pena menor, de seis anos e quatro meses. Por esta divergência, a assessoria de França pede a suspensão de propaganda de Pinheiro.

A condenação é de 2014 sob acusação de desvio de dinheiro público na prefeitura administrada por França. O Patriota recorreu da decisão no último 23 de setembro e se não obtiver sucesso poderá ser preso e ficar inelegível.

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