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domingo, 8 de novembro de 2026
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Política

Deputadas federais de Mato Grosso aguardam decisão sobre verticalização

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Os parlamentares federais de Mato Grosso aguardam o posicionamento do Governo Federal para decidirem qual rumo político tomar nas próximas eleições. Há a possibilidade do PFL e o PSDB se coligarem, mas tudo não passa de mera especulação em Brasília.
A deputada federal Celcita Pinheiro (PFL), disse que para a legenda se fortalecer ainda mais em Mato Grosso, há a necessidade da filiação de novos correligionários. “A iniciativa da legenda é filiar o máximo possível, porque, queremos (PFL) fazer cinco ou seis deputados estaduais e dois federais”, prevê Celcita, que participou da reunião da Conferência Estadual da Juventude, na Assembléia Legislativa nesta sexta-feira (11).

Na opinião da parlamentar, a manutenção da verticalização, a persistir a tendência nacional de coligação entre o PFL e o PSDB, amarrará o PFL ao PSDB nas eleições do próximo ano.

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“Estamos esperando como todos os partidos, mas caindo a vertizalização vamos ficar livres para seguir nossa filosofia, porque temos compromisso com o povo”, garantiu Celcita.

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Na verdade, com a verticalização, além do PSDB, o PFL fica livre para se coligar com os partidos que não lançarão candidatura nacional, ao que tudo indica até o momento, PMN, PTB, PP e PV. No caso do PFL, a verticalização servirá pelo menos para por fim às discussões entre os pefelistas que defendem uma aliança com o PSB e outros que defendem uma composição com o PMDB.

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A mesma opinião têm a deputada federal Thelma de Oliveira (PSDB), afirmando que qualquer decisão deve passar por uma discussão democrática interna, na busca por um consenso. “Vai depender muito da composição para o PSDB saber o que vai fazer”, destacou Thelma.

De acordo com a deputada tucana, arriscar um palpite sobre como ficará o PSDB é prematuro no momento. “Entendo que o partido está se organizando e arrumando o diretório. Posso garantir que vamos estar fortes para as eleições de 2006”, afirmou Thelma.

Outro ponto abordado por Thelma se refere à fidelidade partidária, e ela cita como exemplo a saída de vários deputados do PSDB no ano passado. “O problema é a legislação, que precisa ser alterada. Ainda defendo e acho importante a fidelidade com o partido” afirmou Thelma, que concorrerá a uma vaga para estadual.

Já na Assembléia Legislativa, o deputado Joaquim Sucena (PFL) é totalmente contrário a uma coligação com o PSDB e citou como exemplo que tanto o PFL quanto o PSDB caminham com candidaturas próprias. “Tudo é bola de cristal, pois ninguém sabe qual a posição do Congresso. Aquilo que ás vezes é bom para o Governo Federal, não é adequado para o Estado”, ressaltou Sucena.

Na avaliação do deputado pefelista, caso aconteça a vertizalização, o partido precisa rever seus conceitos no Estado. “Em Mato Grosso, os dois partidos PFL e PSDB caminham com candidaturas próprias”, disse Sucena.

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