Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sábado, 7 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

TCE alerta há quatro anos para corte de gastos no governo

Compartilhe Facebook X Texto

Há quatro anos seguidos o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) faz recomendações ao governo para efetivo controle nos gastos públicos e cobra eficiência na recuperação dos créditos que o Tesouro Estadual tem para receber, sem sucesso, mas que agora parecem despertar preocupação na equipe técnica do Estado por causa da crise econômica mundial que afeta diretamente a economia estadual e prevê épocas difíceis se medidas não forem adotadas.

Em reunião com a equipe econômica, o governador Silval Barbosa (PMDB) repassou as preocupações após o balanço dos números de 2011 e que a duras penas deverá fechar o ano empatado, ou seja, com zero de crescimento diante da inflação oficial que foi a maior dos últimos sete anos, 6,5%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação oficial.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

As contas do governo apreciadas em 2007, 2008, 2009 e 2010, já demonstravam preocupação com a situação econômica (que é o efetivamente arrecadado) em relação ao orçamentário (o previsto para se arrecadar). Segundo trecho do voto de Luiz Henrique Lima, referente às contas de 2010 julgadas em 2011: "As receitas tributárias arrecadadas totalizaram R$ 5,192 bilhões representando 55,48% da Receita Orçamentária Arrecadada, que foi de R$ 9,358 bilhões.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

Anote-se que seu crescimento nominal em relação à Receita Tributária do exercício de 2009, R$ 4,867 bilhões foi de 6,66% e que a inflação oficial medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou 2010 com uma taxa acumulada de 5,91%. Desse modo, o crescimento real da Receita Tributária foi inferior a 1%, o que não se justifica quando se considera o crescimento da atividade econômica no período". Essas contas foram aprovadas por unanimidade, mas com apontamentos deixados de cumprir ao longo de 2011.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

José Carlos Novelli, que era relator das contas do governo em 2011, alertou o Estado para a tomada de providências necessárias e um rigoroso controle na concessão de benefícios fiscais, como incentivos, e redução da carga tributária para que se evitasse problemas futuros como os agora apontados.

Também na apreciação das contas de 2010, os auditores do TCE apontavam para a ineficiência no recebimento da dívida ativa, ou seja, os créditos que o Tesouro Estadual tinha perante os contribuintes e que somavam R$ 9,755 bilhões, a quase totalidade de um orçamento anual de Mato Grosso.

O resultado da falta de iniciativa dos gestores públicos vai exigir um esforço hercúleo para se corrigir os rumos da economia e as ações adotadas de forma errada, como benefícios fiscais e incentivos sem controle que promoveram o descompasso da economia do poder público que enfrentará dificuldades ainda maiores, já que a inflação medida em 2011 de 6,5% do INPC impactará negativamente ao longo de 2012.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé