Zeca Viana é o candidato à reeleição com maior declaração de bens
Entre os candidatos que buscam a reeleição à Assembleia Legislativa, o deputado estadual Zeca Viana (PDT) é o mais rico. O pedetista declarou à Justiça Eleitoral possuir um patrimônio de R$ 87,4 milhões. Em comparação com a declaração de bens apresentada em 2010, houve aumento de 1.748%. Naquela oportunidade, ele disse possuir patrimônio no valor de R$ 5 milhões.
Entre os principais bens estão 13 fazendas, sendo dez no município de General Carneiro e três em Novo São Joaquim. Juntas, elas estão orçadas em mais de R$ 60 milhões. A de menor valor foi avaliada em R$ 1,5 milhão. O deputado ainda possui diversos lotes em áreas rurais e condomínios em Primavera do Leste.
Dos 24 deputados, 17 buscam a reeleição. Destes, apenas dois declararam um patrimônio menor do que o informado à Justiça Eleitoral em 2010: Ademir Brunetto (PT) e Airton Português (PSD). Conforme dados do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o petista passou de R$ 649 mil, em 2010, para R$ 630 mil, este ano. Já o socialdemocrata havia declarado R$ 227 mil e, neste ano, R$ 187 mil, segundo o Diário de Cuiabá.

O presidente da Assembleia Legislativa, Romoaldo Júnior (PMDB), por sua vez, manteve o patrimônio inalterado. Desde 2010, o peemedebista diz possuir R$ 293 mil em bens, sendo R$ 230 mil dinheiro em espécie. Walter Rabello (PSD), José Domingos Fraga (PSD) e Baiano Filho (PMDB) ainda não foram divulgados.
Os demais conseguiram aumentar consideravelmente seu patrimônio em relação ao declarado em 2010. O suplente de deputado Neldo Egon Weinich (PR), atualmente no exercício do mandato, por exemplo, teve bens saltando de R$ 2,9 milhões para R$ 17,9 milhões nos últimos quatro anos. Deste montante, a maioria é referente a carros.
Mauro Savi (PR) aumentou seu patrimônio em quase R$ 2 milhões. Emanuel Pinheiro (PR) tem bens avaliados atualmente em R$ 1,1 milhão, enquanto em 2010 não chegavam a R$ 200 mil. Dilmar Dal Bosco (DEM) elevou seu patrimônio em cerca de R$ 1,5 milhão em quatro anos, passando de R$ 720 mil para R$ 2,3 milhões.







