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quarta-feira, 4 de novembro de 2026
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Política

Sorriso: presidente da câmara contesta prefeito e explica aumentos

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A presidente da Câmara de Sorriso, Marisa Netto (PSD), contestou, agora há pouco, em entrevista coletiva, a crítica feita pelo prefeito Chicão Bedin (PMDB), ontem, de que o aumento salarial aprovado pelos vereadores para os membros do Poder Executivo e Legislativo seria imoral. Ela disse que o assunto era uma das obrigações por parte dos parlamentares municipais e todos concordaram em votar o reajuste dois dias antes das eleições, na sexta-feira (5).

Ao ser questionada se faltou tempo para votar este projeto, ela confirmou que o mesmo poderia ter sido votado antes e que não teria faltado tempo para isso. Todavia, ressaltou que foi uma decisão unânime entre todos os parlamentares do município.

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Segundo ela, a votação do projeto não ficou para depois, pois poderia soar como benefício em causa própria. Em outro questionamento, a presidente negou que a votação ocorreu de forma secreta e que o assunto foi escondido da população. Ela afirmou que não negou o acesso a esta informação e que apenas não foi procurada para falar sobre o assunto. Mas Só Notícias tentou falar com a presidente, pelo telefone celular, e com vários vereadores sobre o assunto no sábado (6), após a votação. As ligações para Marisa não foram atendidas ou celular estava na caixa.  Alguns vereadores contactados não quiseram se pronunciar sobre o assunto. Nem após a votação, a direção da câmara se pronunciou sobre o percentual de aumento salarial, que foi conhecido oficialmente com a entrevista realizada pelo prefeito, ontem.

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Conforme Só Notícias já informou, o atual prefeito afirmou que vetará o aumento dos salários do prefeito, vice, secretários e vereadores a partir da legislatura que começa em janeiro de 2013. A proposta prevê que o salário de prefeito passe de R$ 11,3 mil (aplicado atualmente) para R$ 19 mil (mais de 65%); para vice-prefeito (que teve o maior reajuste) aumente de R$ 5,6 mil para R$ 12 mil e a dos vereadores, suba de R$ 4,9 mil para R$ 7,9 mil (mais de 50%). Para os secretários subiria de R$ 7 mil para R$ 11,5 mil (cerca de 60%).

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(Atualizada às 11:18h)

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