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domingo, 8 de novembro de 2026
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Política

Saiba as propostas da Conferência das Cidades definidas em Sorriso

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Foram eleitos os delegados que representaram o pólo de Sorriso na Conferência da Cidades, na semana passada. São 19 integrantes sendo 42,3% do Executivo e Legislativo, num total de 8 participantes, sendo 26,8% associações, num total de 5; 9,9% representantes de trabalhadores num total de 2; 9,9% representantes de trabalhadores, num total 2; 4,2 % de ONG’S 1 representante; 6% de profissionais 1 representante.

Cada município terá os seguintes representantes. Sorriso 6 delegados; Lucas do Rio Verde 4 delegados; Tapurah e Ipiranga do Norte 2 delegados cada e Itanhangá, Santa Rita do Trivelato, Nova Ubiratã e Nova Mutum ficaram com um cada.

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Assim os delegados do Pólo Regional são Sorriso Alei Fernandes(legislativo), Alci Luiz Romanini(executivo), Maria José (OAB), Celso Rodrigues (ONG’S), José de Oliveira (Pres. de Bairro – São Domingos), Paulo Roberto Oliveira (FAES). Os delegados de Lucas do Rio Verde são Valmi Roque Volpato (Executivo); Lais Salles Langue Legislativo), Rose Luft (ass. Bairros), Alen Daiana Paludo (prof. Liberal); Tapurah: Amilson Antonio Martins (mov. Sociais), Aldo Loureiro da Silva (Executivo); Ipiranga do Norte: Jussara Kuntzler (Executivo), Humberto Ademir Muller (Empresários); Itanhangá Roselane Goulart Santos (Executivo); Santa Rita do Trivelato: Marcos Tavernelli Ussit (Executivo); Nova Ubiratã: Alexandre Marchioro (Executivo); Nova Mutum: Gilberto Vanzella (Câmara Municipal).

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Foram apresentadas as seguintes propostas:

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Instituir o Conselho das Cidades, cuja criação não inviabilizaria os conselhos existentes, mas sua atuação seria em instância superior, com as seguintes características:

Definição clara de atribuições e competências, sendo Conselho Deliberativo;

Os Conselheiros deverão ser eleitos de acordo com sua capacidade, não apenas indicados.

O Conselho deverá ter os recursos garantidos através da criação de um Fundo, de maneira a viabilizar capacitação continuada dos conselheiros, a divulgação constante e a instrumentalização das ações realizadas.

Os conselheiros receberão bônus pela atuação.
Serão criados vários núcleos, nos diversos bairros da cidade, para estimular e fortalecer as ações de cidadania.

Deverão ser ensaiadas ações de valorização à participação dos cidadãos em conselhos.

Instituir normatização para regular a atuação dos conselheiros, prevendo sua substituição, em caso de atuação ineficaz.

Iniciar nas escolas programas de educação que despertem para as ações de cidadania.

O poder público municipal deverá iniciar e garantir ações de fortalecimento da atuação dos Conselhos.
Antes da criação do Conselho das Cidades o Poder Público Municipal deverá promover um amplo Fórum de discussão das ações, e escopo do Conselho.

Elaborar uma cartilha – Cartilha do Cidadão- com esclarecimentos sobre direitos e deveres do cidadão, de acordo com a Constituição Federal estimulando a contribuição individual e apresentando experiências de sucesso, com resultados auferidos

Criar um programa de formação e capacitação continuada para os diferentes segmentos da população, para estímulo da vivência participativa nas comunidades, convivendo com as diferentes realidades.

Políticas urbanas regionais:

Promover a formação de um pacto que estabeleça compromisso entre setor público, privado, academia e demais segmentos sociais, em busca de alternativas que viabilizem a diversificação da base produtiva regional, e que, incremente o desenvolvimento sócio-econômico, em base sustentada, através de estratégias:
-que valorizem as particularidades locais;
-que garantam e potencializem a complementaridade regional;
-que permitam maior agregação de valor;
-que gerem mais emprego;
-que distribua melhor a renda; e
-permita o envolvimento social num trabalho de consciência com o processo de desenvolvimento, principalmente com as questões sócios-ambientais.

Também foi proposto criar uma instituição a qual caberá a coordenação e implantação das políticas e estratégias regionais pactuadas.

Estabelecer medidas direcionadas às questões:
-educacionais com vistas a desenvolver a consciência crítica (desde o ensino fundamental até o nível superior) para que os munícipes possam se engajar como cidadãos verdadeiramente atuantes em suas comunidades;
-de saúde;
-de saneamento básico, especificamente no tocante aos serviços de esgoto e aterro sanitário, buscando ação conjunta para o sistema de coleta e tratamento dos resíduos sólidos;
-relacionadas ao treinamento e capacitação profissional, salvaguardando as peculiaridades de cada município, na função que desempenha na rede urbana e na estrutura produtiva regional;
-das questões afetas a capacidade de gestão dos municípios que se encontram ainda na categoria de economia menos dinâmica (problema de ordem estrutural e conjuntural), para que se estabeleçam mecanismos de cooperação mútua;
-aos instrumentos de planejamento e gestão, principalmente para que se elabore e implante o Plano Diretor;
-se destinam ao enfrentamento dos problemas de ordem econômicos, sociais e urbanos, relativos as altas taxas de crescimento demográfico em função do forte poder de atração populacional da região.

Propostas do financiamento do desenvolvimento urbano:

Implantação de um cadastro regional mais freqüente para atualização dos dados com equipes formadas por todos os municípios que compõem o pólo, treinada e/ou supervisionada pelo IBGE;

Contestar, se necessário, a estimativa populacional divulgada anualmente pelo IBGE utilizando para isso os dados fornecidos pelo cadastro regional e pelo censo escolar, eleitoral e cadastros da saúde e da assistência social; Buscar financiamentos através dos órgãos e entidades públicas.

Sobre a arrecadação própria as propostas são de
atualizar os instrumentos tributários dos municípios por meio de um modelo regional com as adaptações das peculiaridades de cada município;

Atualizar anualmente a planta genérica de valores para efeitos de cobrança de IPTU e ITBI;

Cadastramento de todas as propriedades rurais com atualização no CCIR.

Criar mecanismos para buscar soluções que coíbam a evasão de receitas relativas aos produtos agropecuários que saem do município de origem como simples remessa e os impostos recolhidos na matriz da empresa nos grandes centros.

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