Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
domingo, 8 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

Repasse do FPM cai mais de 20% e municípios mato-grossenses perdem R$ 5 milhões

Compartilhe Facebook X Texto

As constantes quedas nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) estão preocupando os prefeitos mato-grossenses. De acordo com dados divulgados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), a parcela referente ao segundo decêndio (período de dez dias) deste mês, que deve entrar na conta das prefeituras nesta quarta-feira (20), é 20,29% menor do que o mesmo repasse em janeiro do ano passado. Em Mato Grosso, a queda representa R$ 5,46 milhões a menos nos cofres municipais. O bolo total ficou em R$ 21,47 milhões, que serão divididos entre os 141 municípios de acordo com o Índice de Participação dos Municípios no fundo.

O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga, vê com preocupação as constantes quedas nos repasses do FPM, que é a principal fonte de receita de muitos municípios do estado. Fraga afirmou que a AMM tem orientado os gestores na economicidade dos gastos públicos para enfrentar esse período de crise. “Os municípios deverão manter controle absoluto dos gastos públicos, inclusive, também serão obrigados a diminuir alguns serviços prestados à sociedade, além de negociar as reposições salariais, para enfrentar esse período de crise econômica”.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Se somadas as perdas no 1º e no 2º decêndio e do repasse extra de janeiro deste ano, o fundo apresenta uma queda real de 29,86%. Os números reforçam as estimativas da Secretaria do Tesouro Nacional, de que neste mês o fundo tenha repasses 15,7% menores do que no ano anterior. Conforme explica a CNM, eles refletem a baixa arrecadação, devido às fracas vendas de final de ano. Entre os fatores que influenciaram este cenário, estão a inflação alta, recessão, redução de competitividade da indústria, problemas como o mercado externo, desvalorização do câmbio, balança comercial em déficit, baixos investimentos estrangeiros e, consequentemente, uma apreensão generalizada dos agentes econômicos.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

Outro agravante são as retenções parciais ou totais do FPM, resultantes de dívidas previdenciárias com a União. Um estudo divulgado pela CNM mostra que, em 2015, mais de 20% das cidades brasileiras enfrentaram esse problema. O período mais dramático ocorre entre dezembro e janeiro, justamente quando incidem sobre o orçamento municipal despesas como a gratificação natalina e o 13º salário.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250
Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé