Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

Relator nega pedido e mantém filho de Silval preso em Cuiabá

Compartilhe Facebook X Texto

O desembargador Alberto Ferreira de Souza negou liminar em habeas corpus e manteve a prisão do médico e empresário Rodrigo da Cunha Barbosa, filho do ex-governador Silval Barbosa (PMDB), preso na última segunda-feira, na 3ª fase da Operação Sodoma, acusado de envolvimento na cobrança de propina de empresários que tinham contratos com o governo de Mato Grosso. Rodrigo é acusado de integrar a quadrilha que, segundo o Ministério Público Estadual, era chefiada por Silval e recebeu milhares de reais em propina. Alberto Ferreira afirma que a prisão de Rodrigo não "vem a ofender o princípio constitucional da não culpabilidade, vez que seu escopo mor outro não é senão, além de se resguardar a ordem pública local, preservar, em última análise, a efetividade do processo criminal a ser possivelmente instaurado, mercê da natureza cautelar da medida imposta". 

No habeas corpus, a defesa chegou a argumentar que a esposa de Rodrigo está grávida e que ele deveria ganhar liberdade para ficar com ela. O relator sustentou que "a circunstância atual da cônjugue do paciente, grávida de 34 semanas, não constitui, per  se, fator hábil a desconstituir os motivos da sua prisão preventiva". 

Publicidade
E-02 · 300 × 420

A acusação contra Rodrigo de invasão ao apartamento do ex-secretário adjunto de Administração Pedro Elias Domingos de Mello, para sumir com documentos necessários para a elucidação de crimes de corrupção foi o principal fator que motivou a prisão preventiva do filho de Silval. Para o relator do habeas corpus, "tal fato demonstra a comtemporaneidade da suposta atuação criminosa do paciente, possivelmente o responsável pelo extravio de documentos ocorrido recentemente [há menos de um mês!], o que está a legitimar, às expressas, o decreto prisional ora combatido". 

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

O Ministério Público afirma na denúncia contra 17 pessoas  que Rodrigo Barbosa tinha como tarefa “identificar aliados e ‘fonte de receita’ para o grupo criminoso e arrecadar a parte da vantagem indevida que cabia a Silval Barbosa”. Conforme o MPE, o médico recebeu propina de 85% do montante de R$ 510 mil pago pelo empresário Júlio Minori Tisuji, dono da empresa Web Tech Softwares e Serviços Ltda, que tinha contrato com o Estado.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250
Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé