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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Política

PR discute alianças já visando eleições gerais de 2014 em MT

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Mais do que definir nomes, os republicanos vão constituir estratégias para reforçarem o arco de alianças com o Governo Silval Barbosa (PMDB) e possibilitar a vitória na maioria dos municípios, com vista a consolidar a posição da agremiação para 2014 nas eleições gerais.

Os últimos acontecimentos que afastaram o PR no Senado e possivelmente na Câmara Federal do Governo Federal são sintomas de que o partido procura seu espaço e vai se utilizar de sua força eleitoral para tentar se consolidar como sigla de primeira grandeza e não a reboque de outros partidos ou governos.

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O presidente nacional, senador Alfredo Nascimento (PR/AM), adversário político do novo líder do Governo, senador Eduardo Braga (PMDB/AM) declarou que o PR vai procurar aliados para as eleições municipais preferencialmente que não o Partido dos Trabalhadores e alguns de seus aliados. Essa posição reflete o nível de desentendimento que existe hoje no Congresso Nacional, tanto que temeroso o governo desistiu de colocar em votação grandes matérias como o Código Florestal, que pode levar o mesmo a ser derrotado pelo descontentamento que existe em toda a base aliada.

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Já em Mato Grosso, o PR quer reforçar a eleição em municípios onde suas chances são maiores, mas deseja obter o apoio dos demais partidos do arco de alianças como o próprio PMDB, PP, PSD entre outros, já que a grande maioria padece de nomes para disputar prefeituras como a capital, Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Barra do Garças, Cáceres, Sinop, Alta Floresta, Primavera do Leste, Lucas do Rio Verde, Sorriso, Campo Verde entre outras cidades.

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Essa deficiência de nomes pode ajudar na construção de um entendimento, que permitiria ao PR disputar com o apoio do PMDB e contra o atual prefeito o peemedebista, José Carlos do Pátio, as eleições em Rondonópolis, principal reduto eleitoral do senador Blairo Maggi. Em contrapartida o PR que não tem candidato em Sinop, já sinalizou que apoiará a reeleição do também peemedebista, Juarez Costa, que tem altos índices de aprovação, situação contrária ao prefeito de Rondonópolis.

O PR também deverá sair da reunião onde estarão os sete deputados estaduais, o senador e o deputado federal, Wellington Fagundes, presidente da agremiação em Mato Grosso, com nomes colocados para disputas importantes como Cuiabá e Várzea Grande. Para Cuiabá o nome seria do secretário e vereador, Francisco Vuolo, agora se para disputar ou para construir um entendimento somente o tempo dirá, já que as chances são do partido acompanhar também o PMDB que só governou Cuiabá com Dante de Oliveira no seu primeiro mandato, após o fim da ditadura militar.

Fora isso, a reunião também tratará da relação com o Governo do Estado, pois o PR se tornou o principal partido de apoio do governo Silval Barbosa, mas tem problemas de distenções internas, ou seja, secretários do próprio partido disputando cargos com outros indicados da sigla. A agremiação deverá reafirmar apoio irrestrito ao governador Silval Barbosa reforçando sua posição, após a crise vivida com o PSD do vice-governador e do presidente da Assembleia, José Riva.

Mesmo aliado, o partido vai sair em defesa do deputado Emanuel Pinheiro por causa da questão licitação do sistema de transporte intermunicipal de ônibus que vem sendo bombardeado por falta de entendimento político e que colocou o partido na contra-mão do governo do Estado por causa do vice-governador, Francisco Tarquinio Daltro.

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