Peixoto de Azevedo pode ter repasses bloqueados e prefeito eleito pede apoio
Nem bem assumiu o mandato como prefeito de Peixoto de Azevedo (692 km de Cuiabá), o eleito Sinvaldo Santos Brito (PP) estava pedindo socorro ao deputado José Riva, primeiro-secretário e presidente eleito da Assembléia Legislativa. O município teve, idêntico a Várzea Grande, sequestrado de suas contas, por decisão judicial, o valor de R$ 270 mil para pagamento de um precatório referente a desapropriação de terras que ficaram durante anos sem serem cumpridos.
O atual prefeito Hermenegildo Bianchi Filho, que está no exercício do cargo após a eleita em 2004, Baiana Heller ser cassada por mais de duas vezes, não foi encontrado para posicionar o que estaria acontecendo, em que pese o prefeito eleito, ter tomado consciência da situação quando dos despachos com a Comissão de Transição instituída por decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE).
“É uma divida de R$ 27,4 milhões que se for descontar R$ 270 mil/mês levará no mínimo entre 100 e 120 meses para ser quitado, com uma receita que quando muito atinge a R$ 1 milhão 975 mil, segundo dados de novembro”, disse ele, preocupado e apontando para uma possível insolvência do município que tem carências extremas para com a população. “Tudo bem, concordo que se deve tem que pagar, mas não da forma como está. A prioridade é o abandono da educação e da saúde, pois o município está impossibilitado de cumprir qualquer coisa com o cidadão”, disse.

O deputado José Riva (PP) disse que tentará suspender a decisão judicial e reordenar os descontos para que o município e seu povo não seja penalizado. “Sou da opinião do prefeito, deve tem que pagar, mas não dá para pegar tudo e pagar apenas um dos compromissos. A gestão pública tem que zelar acima de tudo pelo povo”, explicou.







