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sábado, 7 de novembro de 2026
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Política

Nove candidatos de MT aguardam decisão da Justiça Eleitoral

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Está nas mãos dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o destino de nove candidatos ameaçados pela Lei da Ficha Limpa. Cinco deles são do PSD, cujo secretário-geral da sigla, o deputado estadual José Geraldo Riva está na mesma condição de incerteza, até que a corte eleitoral dê seu parecer se podem ou não continuar na disputa. Riva é alvo de mais de 100 processos nas esferas cível e criminal, recorreu ao TSE, quando o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso negou-lhe o registro de candidatura.

Na ocasião, o pleno do TRE foi unânime em negar o direito de concorrer ao Palácio Paiaguás sustentando as quatro condenações por improbidade administrativa. Nas quatro ações Riva é acusado de desviar R$ 9,7 milhões dos cofres da Assembleia Legislativa para empresas fantasmas. Durante todo o tempo em que ocupou o mandato, ele foi presidente ou primeiro-secretário da Casa de Leis.

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Meraldo Sá (PSD) foi barrado por uma decisão colegiada do Tribunal de Justiça de Mato Grosso quando prefeito de Acorizal foi preso em 2004 por porte ilegal de arma, quando transitava de veículo em Cuiabá.

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Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

Os deputados Airton Português (PSD) e José Domingos (PSD) foram impugnados a pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE), porque ambos quando foram prefeitos de Araputanga e Sorriso, respectivamente, tiveram suas prestações de contas municipais reprovadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), após apresentarem irregularidades em convênios com o Ministério da Saúde . Por conta disso, eles devem ficar inelegíveis por oito anos, a contar de 2012.

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No caso da candidata a uma vaga a deputada federal, a ex-prefeita de Colniza, Nelci Capitani, foi barrada pela Justiça Eleitoral porque o Tribunal de Contas da União julgou irregulares as contas dela enquanto prefeita com relação a um convênio com o Fundo Nacional de Saúde. A condenação a tornou inelegível por oito anos, a partir de 2013.

Quem também foi barrado pela Justiça Eleitoral pela Lei da Ficha Limpa foram Neldo Egon, ex-secretário de Desenvolvimento Rural; Zózimo Chaparral, ex-prefeito de Barra do Garças; Valdir Barranco, ex-prefeito de Nova Bandeirantes; Altir Peruzzo e José Antunes de França, ex-prefeitos de Juína e Castanheira, respectivamente.

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