Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sexta-feira, 6 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

MT: começa ser apurada acusação de desvios na Justiça

Compartilhe Facebook X Texto

A desembargadora Shelma Lombardi de Kato, a quem cabe a apreciação da representação formulada em desfavor do presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e do corregedor-geral da Justiça, desembargadores Paulo Inácio Dias Lessa e Orlando de Almeida Perri, respectivamente, determinou a autuação do processo para que fosse aberta a oportunidade de defesa para Lessa e Perri.

A partir dessa autuação, será expedida a notificação para que os magistrados apresentem suas respectivas defesas das acusações de infração disciplinar, conforme dispõem os princípios legais insculpidos na Constituição Federal, em seu artigo 5o, inciso LV: “aos litigantes, em processo judicial ou administrativo, e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes”.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Apenas após decorrido o prazo para defesa, a desembargadora procederá ao exame do contido nos autos e posterior manifestação do seu entendimento.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

A representação foi protocolizada em desfavor do presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Paulo Inácio Dias Lessa, e do corregedor-geral da Justiça, desembargador Orlando de Almeida Perri, em 7 de maio, por um grupo de magistrados apontados em relatório resultante de investigação conduzida pela Corregedoria-Geral da Justiça como envolvidos em irregularidades no recebimento de recursos públicos.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

A desembargadora Shelma Lombardi de Kato deverá elaborar seu relatório ao pedido de representação apenas depois de cumpridos todos os procedimentos legais e administrativos. A representação ainda não tem data para entrar em pauta no Órgão Especial, competente para apreciar e julgar este tipo de pleito administrativo. O Órgão Especial do TJMT reúne os 18 desembargadores mais antigos da instituição.

O grupo do ex-presidente José Ferreira Leite foi acusada de “desviar verbas do Judiciário para uma loja maçônica”. De acordo com o documento da Corregedoria-geral do Tribunal de Justiça, o grupo comandado pelo desembargador José Ferreira Leite e juízes pode ser denunciado pelo Ministério Público por formação de quadrilha, estelionato, peculato, concussão e prevaricação. As investigações correm em segredo de justiça.

Entre as irregularidades, os magistrados teriam feito pagamentos de benefícios fictícios ou irreais, efetuados sem amparo legal. Os supostos pagamentos variavam entre R$ 50 mil e R$ 227 mil, que seriam correções salariais. A corregedoria não apurou o valor total desviado.

Outra denúncia, consta no relatório, são empréstimos em nome de juízes para cobrir suposto rombo de uma loja maçônica e de uma cooperativa de crédito. Ambas operações irregulares motivaram um inquérito da Corregedoria de Justiça.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé