Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sexta-feira, 6 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

MPF denuncia servidores por fraudes em obras da copa em Cuiabá

Compartilhe Facebook X Texto

A diretora de Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Luiza Gomide de Faria Vianna, e a gerente de projetos, Cristina Maria Soja, foram denunciados, na Justiça Federal, pelo Ministério Público Federal sob acusação de terem fraudado processo que aumentou em aproxidamente R$ 700 milhões o orçamento de obras da copa de 2014 em Cuiabá. A informação é da Folha de São Paulo. Quatro procuradores da República do Distrito Federal apresentaram a denúncia apontando que os dois atuaram para “maquiar a inviabilidade técnica de aprovação da obra para a Copa do Mundo Fifa 2014”: “Houve a adulteração fraudulenta do processo”. Os procuradores acusam as servidoras de enganaram o Ministério Público por darem informações falsas.

A Folha relata que a “suspeita de fraude surgiu no fim de novembro com a revelação de indícios de que as duas atuaram para adulterar parecer técnico que vetava a troca da implantação de uma linha rápida de ônibus (BRT) por um VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos), possibilitando a mudança. Na época, o primeiro estava orçado em cerca de R$ 490 milhões e o segundo, em R$ 1,2 bilhão”.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

O governo estadual concluiu, há poucos dias, a licitação da obra por R$ 1,4 bilhão, através de Regime Diferenciado de Contratação.  A mudança de projeto foi feita pelo governo federal e o de Mato Grosso embora o técnico responsável pelos estudos, Higor Guerra, tenha apontado irregularidades que impediam a troca, pois havia risco de a obra não ficar pronta. Ainda de acordo com a Folha de São Paulo, Luiza pediu para Higor Guerra alterar o parecer, mas ele se negou. Luiza e Cristina Soja então mexeram no documento “subtraindo dos autos a nota técnica e substituindo-a por outra”, com o mesmo número e data falsa.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

A assessoria do Ministério das Cidades informou que as investigações ainda estão em andamento e que, por isso, as duas servidoras envolvidas, Luiza Gomide Vianna e Cristina Maria Soja, continuam trabalhando na pasta. “Não há nada devidamente comprovado. O processo ainda está em curso e não existe qualquer decisão afastando as duas”, defende a assessoria.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

 

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé