Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sábado, 7 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

Ministro do STF dá prazo de 5 dias para Assembleia explicar soltura de Gilmar Fabris

Compartilhe Facebook X Texto

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o prazo de 5 dias para que a Procuradoria-geral da Assembleia Legislativa de Mato Groso se manifeste nos autos da ação direta de inconstitucionalidade que contesta a soltura do deputado estadual Gilmar Fabris (PSD), por meio de alvará de soltura expedido pelo próprio Legislativo e contrariando decisão do STF. A assessoria da presidência da Assembleia informou que ainda não houve notificação do assunto.

A ação foi protocolada na última quarta-feira, pela Associação dos Magistrados do Brasil (AMB), que afirma que a interpretação jurídica utilizada pelos deputados ao dar imunidade a Fabris não tem justificativa, uma vez que a Constituição Federal prevê o benefício apenas para deputados federais e senadores.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

O ministro Edson Fachin entendeu a relevância do assunto e o encaminhou para que o pleno da corte decida sobre o pedido da AMB. “Ante a relevância jurídica da arguição de inconstitucionalidade, adoto o rito para que o plenário da corte analise o pedido cautelar. Solicitem-se as informações aos órgãos requeridos, que deverão pronunciar-se no prazo de cinco dias", diz trecho de decisão ontem.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

Gilmar Fabris foi preso no dia 15 de setembro, acusado de obstrução de justiça por deixar o apartamento onde mora durante a madrugada, minutos antes da Polícia Federal cumprir mandado de busca e apreensão no local. Ele foi gravado deixando o prédio ainda com roupa de dormir e levando uma pasta preta, que foi entregue ao seu cunhado e advogado.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

Ele passou 40 dias preso no Centro de Custódia da Capital (CCC), e foi libertado pelos colegas deputados, que votaram pela extensão do benefício previsto na Lei aos deputados federais e senadores para o Parlamento estadual, de que o Legislativo pode votar a validade ou não de decisão judicial que impeça o político de exercer suas atividades parlamentares. 

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé