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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Política

Maggi não dará aumento para policiais que estão em greve

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Ao fazer uma caminhada pelo centro histórico de Cuiabá vistoriando as obras em diversos prédios e igrejas que integram o patrimônio cultural da cidade, o governador Blairo Maggi se defrontou com aproximadamente 150 agentes policiais, que se encontram em greve – apesar da decisão judicial ter determinado que todos retornassem ao trabalho. Dialogou com os líderes da categoria e avisou: não haverá reajuste salarial. “As demais reivindicações podemos estudar e atendê-las” – disse o governador, que marcou para segunda-feira, às 10 horas, uma reunião para tratar do assunto.

Os investigadores e escrivães da Polícia Civil de Mato Grosso entraram em greve segunda-feira, cobrando reajuste salarial. Eles diziam que a categoria jamais foi chamada pelo Governo para discutir reajuste salarial. Eles reivindicam um salário inicial de R$ 2.500,00. “Esse inicial hoje é de R$ 1.200,00 temos o pior salário dentro da Polícia Civil” – afirmou a presidente do Sindicato dos Escrivães da Polícia Civil de Mato Grosso, Genima Evangelista, na deflagração do movimento.

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A exemplo do que já fez em outras ocasiões de protestos, o governador foi de encontro aos manifestantes, ao se aproximar do Museu Histórico. Maggi conversou com os policiais e lembrou que a categoria já foi contemplada em sua gestão com 39% de aumento real de salários.

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Com o anúncio do governador, entram em prioridades outros assuntos da pauta, como, por exemplo, o pagamento de adicional noturno, fornecimento do vale-transporte e a publicação, no Diário Oficial, da lista dos promovidos. Ao todo, 1.700 policiais estão de braços cruzados, mesmo com o movimento tendo sido decretado ilegal por parte da Justiça Estadual. Desde terça-feira, a categoria vem realizando atos de protesto nos principais pontos da cidade

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