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quarta-feira, 4 de novembro de 2026
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Política

Jayme Campos e Taques assinam CPI da Petrobras

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Pedro Taques e Jayme Campos no Senado - 2012 1Os senadores mato-grossenses Jayme Campos (DEM) e Pedro Taques (PDT) assinaram o requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a Petrobras no Senado. Com o apoio de cinco parlamentares independentes e três da base aliada, foram 27 votos a favor da CPI, o mínimo necessário. A oposição, porém, conta com mais dois votos de senadores que estão fora de Brasília. A adesão do PSB, do presidenciável Eduardo Campos, foi decisiva para virar o jogo a favor da oposição. No fim do dia, o líder do PSB, Rodrigo Rollemberg (DF), anunciou que sua bancada de quatro senadores havia fechado o apoio à CPI.

De acordo com o Globo, o governo trabalhou forte para evitar a CPI, marcando para os dias 8 e 15 de abril a ida ao Senado da presidente da Petrobras, Graça Foster, e do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, para prestar esclarecimentos sobre a compra da refinaria Pasadena, nos Estados Unidos, e demais denúncias envolvendo a estatal. Com isso, o Palácio do Planalto esperava evitar a criação da CPI no ano eleitoral.

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Os senadores Pedro Taques, Randolfe Rodrigues e Ana Amélia (PP-RS) destacaram a representação apresentada por eles e outros parlamentares à PGR para apuração da conduta do Conselho de Administração da Petrobras no caso da refinaria de Pasadena.

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Taques rebateu críticas de que os senadores estariam "se apequenando" ao propor as investigações.

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"Apequenando são as ações que estão fazendo em relação à Petrobras, que, aliás, tem se apequenado, e muito. A atribuição do Ministério Público é uma atribuição constitucional, que não tem nada a ver com a atribuição de uma CPI ou as atribuições de outras instituições. Eu não aceito polícia política no meu mandato", afirmou.

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