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quarta-feira, 4 de novembro de 2026
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Política

Irregularidades nas contas de órgãos públicos em MT caem 53%

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O Tribunal de Contas de Mato Grosso divulgou, hoje, balanço apontando que caiu 53% a quantidade de irregularidades nas contas de órgãos públicos (prefeituras, câmaras, autarquias, órgãos do governo estadual), analisadas pelos auditores e conselheiros do TCE, na comparação com processos julgados neste semestre com os do mesmo período em 2010 e 2009. O levantamento da Secretaria Geral do Tribunal Pleno aponta 518 irregularidades relatórios de auditoria em processos referentes ao exercício de 2009. Já nos processos do exercício de 2010, a quantidade caiu para 244. No primeiro semestre de 2011 o TCE julgou 2.432 processos, dos quais 109 referem-se às contas anuais.

Segundo o subsecretário Jean Fábio de Oliveira, mesmo que os números possam sofrer alguma alteração se se mudar a interpretação quanto a alguns casos de irregularidades apresentadas com subitens, a tendência de queda é concreta. Jean observa que esse quadro comprova que o TCE está conseguindo cumprir o objetivo estratégico de coibir erros, fraudes e desvios na administração pública. No Planejamento 2005-2011, a meta é arrojada: trabalhar para que os jurisdicionados reduzam em 0% os índices de irregularidades na gestão dos recursos públicos.

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Embora essa meta seja difícil de ser atingida em um contexto global, isoladamente, dezenas de casos indicam que, no comparativo entre os exercícios de 2009 e 2010, os órgãos estão apresentando contas anuais sem nenhuma irregularidade apontada pelas equipes de auditorias. Esse quadro vem sendo destacado durante as sessões pelo conselheiro corregedor do TCE, José Carlos Novelli.

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É o caso de órgãos como o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico Social Ambiental Norte Araguaia (de 21 para 0), Fundo Agrário de Mato Grosso (de 14 para 0) e Prefeitura de São José do Xingu (de 12 para 0). A Auditoria Geral e a Procuradoria Geral do Estado, Secretaria de Estado de Fazenda, Instituto de Seguridade Social dos Servidores do Poder Legislativo de Mato Grosso, os Consórcios Regional de Saúde Sul de Mato Grosso e Intermunicipal de Saúde da Região Norte Mato-grossense, bem como as Câmaras de Porto Alegre do Norte, de Santo Afonso, de Arenápolis e de Nova Guarita; e as Prefeituras de Vila Rica, de Santa Cruz do Xingu, de Serra Nova Dourada, de Figueirópolis D”Oeste, de Paranaíta e de Rondonópolis, que tinham menos de 10 irregularidades nas contas de 2009, conseguiram zerar irregularidades nas contas de 2010.

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A assessoria de imprensa do TCE aponta também inúmeros de casos em que a queda foi acentuada, embora não tenha alcançado o índice zero, com percentuais de decréscimo superiores a 75%.

 

 

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