Inquérito do rombo na Câmara de Cuiabá tramitará em segredo de justiça
O inquérito policial onde a deputada Chica Nunes e mais 10 pessoas foram denunciadas pela Polícia Civil por falsificações e desvios de verbas públicas da Câmara de Cuiabá, de 2002 a 2005, vai tramitar em segrego de justiça. Chica presisiu a câmara e as investigações policiais apontam que os desvios foram de R$ 6,6 milhões. Empresários e servidores também foram denunciados.
O Tribunal de Justiça encaminhou hoje os documentos para a presidência. O processo foi encaminhado, inicialmente, para o Departamento Judiciário Auxiliar (Dejaux). O inquérito tem cerca de trinta volumes, com centenas de documentos e estão sendo classificados e autuados pela equipe do Dejaux. Somente depois de verificada toda a documentação, incluindo a conferência sobre a existência de pleitos de antecipação de tutela ou concessão de liminar, é que será realizada a distribuição a um desembargador relator. O tribunal esclarece que, depois de feito o preparo, o processo é distribuído por processamento eletrônico de dados, mediante sorteio aleatório e uniforme, segundo a ordem rigorosa de apresentação, observando-se os princípios da publicidade, igualdade, alternatividade e do sorteio.
De acordo com o tribunal, o segredo de justiça foi solicitado pela Polícia Civil.








