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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Política

Ibope: problemas na segurança, com drogas e saúde são os mais preocupantes

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Pesquisa do IBOPE Inteligência, feita realizada entre os dias 28 e 31 de julho e divulgada ontem,  aponta que, na avaliação dos brasileiros, a segurança pública e drogas perdem apenas para saúde como o principal problema do país. Saúde lidera o ranking com 52%, seguida por segurança pública (33%) e drogas (29%).

O estudo Retratos da Sociedade Brasileira: Segurança Pública mostra que 51% da população considera a segurança pública no Brasil ruim ou péssima e apenas 15% perceberam melhora nos últimos três anos.

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As Forças Armadas e a Polícia Federal são reconhecidas como as instituições mais eficientes em assuntos de segurança pública. O Congresso Nacional e o Poder Judiciário são considerados os mais ineficientes.

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A evolução dos serviços prestados pela polícia nos últimos 12 meses divide os brasileiros. Para 21% houve melhora, mas para 19% piorou. A população acredita que a melhora da atuação policial requer investimento nos salários, na formação e no treinamento dos policiais.

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Para evitar problemas com a violência, 45% aumentaram os cuidados com a segurança nos últimos três anos. Dos entrevistados, 80% mudaram os hábitos devido à violência, sendo que a mudança mais frequente é evitar andar com dinheiro (63%).

Dentre os entrevistados, 79% concordam totalmente ou parcialmente que penas mais rigorosas reduzem a criminalidade. Consequência disso é que 69% são favoráveis à prisão perpétua. No entanto, 15% são totalmente contra essa medida.

A população brasileira também está dividida quanto à adoção da pena de morte: 46% são a favor e outros 46% são contrários.

A sociedade não apoia o direito de porte de arma a todo cidadão. Segundo a pesquisa, o percentual de entrevistados contrários, totalmente ou parcialmente, alcança 70%, ante 23% favoráveis.

A amostra da pesquisa é representativa da população nacional, com 2.002 entrevistas realizadas com brasileiros de 16 anos ou mais em 141 municípios do País. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, sobre os resultados encontrados no total da amostra.

 

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