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sábado, 7 de novembro de 2026
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Política

França assume coordenação política do Governo Maggi sem ocupar cargo

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Após reunião hoje à tarde com o governador Blairo Maggi, o presidente regional do PPS, Roberto França, definiu que a melhor maneira de ajudar e contribuir com o projeto de reeleição de Maggi é permanecer apenas no comando da agremiação e não assumir a Secretaria de Ação Política atendendo ao convite formalizado pelo chefe do executivo estadual.
     
Ele disse que poderá continuar fazendo a interlocução política dentro do PPS sem necessariamente ter quer ser secretário de Estado. “Sempre que ele precisar estarei ao seu inteiro dispor e com esse gesto de despreendimento, demonstro também que não estou atrás de emprego, de cargo e muito menos por vaidade ou promoção pessoal”, enfatizou.
     
Ao agradecer o convite, França disse que ficou honrado e orgulhoso em ser lembrado por Blairo para fazer parte da sua equipe de governo, sentindo-se valorizado. Ele afirmou que seria muito difícil conciliar as ações políticas do governo com as atribuições de presidente do partido. “Essa dupla função poderia prejudicar o trabalho a ser desenvolvido tanto no PPS assim como no governo Maggi”, ponderou França. E argumentou: “fazer as duas coisas ao mesmo tempo, a gente termina não fazendo bem feito nenhuma delas”.
     
“Além do mais, os contatos políticos com objetivos partidários poderiam ser interpretados como de governo, o que causaria confusão e seria prejudicial as duas partes”, avaliou. Roberto França ressaltou que, desde que recebeu o convite para assumir a Secretaria de Ação Política, vem refletindo e analisando o que seria melhor para a reeleição de Blairo Maggi. “Agora que o governador decidiu permanecer no PPS, acredito que a melhor forma de ajudá-lo, será consolidar uma base sólida e forte no partido”, destacou França.
     
Finalizando, Roberto França observou que, uma outra alternativa, seria o governador deixar por conta dos partidos aliados a articulação política para ficar administrando o Estado. “Essa é uma questão que o governador tem que ter total liberdade para definir”, concluiu.

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