Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
domingo, 8 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

Ex-presidente da Câmara de Cuiabá nega envolvimento com família de traficantes

Compartilhe Facebook X Texto

Acusado de corrupção ativa por supostamente liderar um esquema de venda de sentença, em favor de traficantes da família Pagliuca, o ex-vereador João Emanuel (PSD) prestou depoimento, ontem, no Fórum de Cuiabá. Na ocasião, o pessedista negou envolvimento nos fatos apontados pelo Ministério Público Estadual (MPE) e afirmou desconhecer a maioria dos envolvidos e dos réus do caso ou ter tido qualquer relação pessoal com eles.

Também desacreditou a existência e possibilidade de venda de sentenças no Judiciário mato-grossense. “Não passa pela minha cabeça que um magistrado possa vender uma decisão judicial e que um promotor possa receber para não recorrer dessa decisão”. João Emanuel foi interrogado pela juíza Selma Rosane Santos Arruda, da Vara Especializada contra o Crime Organizado, que concedeu prazo de 48 h, a contar a partir de hoje (02), para a defesa apresentar as diligências. Dos 10 réus da ação penal proposta pelo MPE, o ex-parlamentar foi o último a depor.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Advogado de defesa, Eduardo Mahon afirmou que, devido à complexidade do processo, irá reanalisá-lo para apresentar as diligências. Mahon também reafirmou que não há elementos comprobatórios da participação de João Emanuel no esquema. O MPE aponta a participação com base em interceptações telefônicas realizadas pela PF. Segundo Mahon, a ligação não comprova nada uma vez que o seu cliente apenas diz o número de sua candidatura ao ouvinte do outro lado da linha, em uma conversa breve.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

Consta nos autos que, em 2012, quando ainda era candidato a vereador, João Emanuel era quem comandava as ações do estudante de direito Marcelo Santana, que por sua vez tentava cooptar o assessor da Vara do Crime Organizado, Clodoaldo Souza Pimentel, no intuito de que redigisse minuta de decisão favorável à soltura dos traficantes. O ex-parlamentar, no entanto, lembrou que o contato que tinha com Marcelo era profissional, tendo em vista que este era seu estagiário na época. Para o parlamentar, o nome dele foi usado indevidamente no esquema, como uma forma de blefe. 

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250
Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé