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domingo, 8 de novembro de 2026
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Política

Estado garante fornecimento do GNV pelos próximos 10 anos

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O governador Blairo Maggi anunciou, hoje, a assinatura do contrato entre Governo do Estado de Mato Grosso e a empresa boliviana Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB). Este documento garante o fornecimento de Gás Veicular Natural pelos próximos 10 anos. A demanda mensal é variável e a MT Gás tem de avisar com 20 dias de antecedência quantos metros cúbicos precisará a cada mês. “Os empresários mato-grossenses podem investir na transferência de suas matrizes energéticas porque teremos gás garantido pelos próximos 10 anos”, afirma Maggi.

O preço do metro cúbico será regulamentado por uma Agência Reguladora Internacional. De acordo com o secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf, a expectativa é que já na próxima semana os postos estejam praticando o valor sugerido que é cerca de R$ 1,50 o metro cúbico. “O contrato de abastecimento pela YPFB já começou a vigorar no dia primeiro de setembro”, avisa.

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Mato Grosso tem capacidade de armazenar até seis milhões de metros cúbicos de gás. De acordo com o presidente do MT Gás, Helny de Paula o consumo médio mensal em Mato Grosso é de cerca de 750 mil metros cúbicos. “Como recebemos em média dois milhões de metros cúbicos por mês, teremos um estoque de aproximadamente 1.750 milhão a cada mês. Isso é o suficiente para atender muitas empresas. Posso garantir que não faltará gás nos próximos 10 anos”, revela.

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Além de secadores agrícolas, padarias e vários outros empreendimentos que podem utilizar o gás como matriz energética, o produto também será utilizado para abastecer os carros movidos com este combustível. Depois de vários meses de negociação, o Governo do Estado por meio da MT Gás, empresa responsável pela comercialização do produto, assinou o contrato com vigência de 10 anos.

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É importante destacar que o governo de Mato Grosso está proibido pelo Governo boliviano de vender ou negociar o GNV com a Pantanal Energia, em função de algumas pendências que a empresa tem com o governo da Bolívia.

 

 

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