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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Política

DEM está aberto à negociação com partidos

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Em que pese ter sido relegada a um segundo plano em dado momento das negociações acerca da composição majoritária encabeçada pelo senador Pedro Taques (PDT) rumo à disputa pelo Palácio Paiaguás, à medida que as possibilidades vão se ampliando, como novas vertentes como a précandidauta de Luiz Antonio Pagot (PTB) ao Governo, o DEM vem recuperando espaços, debatendo com todos os partidos.

Apesar de estar caminhando, desde o ano passado, numa possível coligação com o PDT de Taques, liderando o grupo de oposição ao Governo Silval Barbosa (PMDB), o senador Jayme Campos (DEM), que busca a chance de tentar a reeleição na chapa majoritária, garante que nada os impedirá de buscar entendimento com qualquer partido.

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O parlamentar revelou que, em conversa informal com o governador, chegou a ser convidado para, juntamente com seu partido, integrar a base aliada, inclusive com a possibilidade de concorrer ao comando do Executivo Estadual ou até mesmo à senatória. Jayme prontamente respondeu, em tom de brincadeira, que já está velho para ser governador novamente.

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“Essas conversas fazem parte do jogo. Até 30 de junho ainda vai ter muitos encaminhamentos”, ponderou.

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Seu partido também chegou a iniciar um debate junto ao PTB, PSDB e SDD para acerca da composição proporcional. Mas diante da resolução dos petebistas em lançar candidatura própria, o senador afirma que desde as conversas realizadas em fevereiro, até agora, muita coisa mudou.

Para ele, as conversas com todos os partidos tem sido uma constante na discussão político-eleitoral do DEM. “Nosso partido, no Estado, não tem nenhuma dificuldade para circular com nenhuma agremiação partidária”, afirmou.

A situação deixa a sigla em posição mais confortável para encarar o debate que começa a se afunilar até o prazo final das convenções partidárias. Recentemente, Jayme recebeu o também pré-candidato a governador, Lúdio Cabral (PT). “Converso com Silval, mesmo sendo do PMDB que planeja uma candidatura própria, com José Geraldo Riva (PSD), até com o Lúdio”, disse.

Ele encara a situação como um ponto vantajoso de seu partido. “Não sou um político que guarda ódio em latinha e põe no congelador”, destacou.

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