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sábado, 7 de novembro de 2026
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Política

CPI tenta acareação entre ex-diretor da Petrobras e ex-tesoureiro do PT

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O terceiro dia de trabalho da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, em Curitiba, começou hoje (2) com o depoimento do publicitário Ricardo Hoffmann, preso em abril em meio à 11ª fase da Operação Lava Jato. Ainda hoje, a CPI fará acareação entre Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, ex-executivo da Toyo Setal, Renato de Souza Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras, e João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT.

Aos membros da comissão, o publicitário disse que exerceria o direito de permanecer em silêncio e não respondeu a nenhuma pergunta. O empresário foi vice-presidente da agência de publicidade Borghi Lowe que tinha contratos com a Caixa Econômica Federal e o Ministério da Saúde. Segundo a força-tarefa da Lava Jato, Hoffmann repassava parte do valor desses contratos para empresas ligadas ao ex-deputado André Vargas, também preso na 11ª fase da Lava Jato.

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Desde segunda-feira (31) a CPI da Petrobras está na capital paranaense para ouvir presos em várias fases da Lava Jato, entre eles o ex-ministro José Dirceu, que ficou em silêncio. Antes da acareação, a CPI tentará ouvir o depoimento do empresário Fernando Guimarães Moura, preso na 17ª da Lava Jato, denominada Pixuleco. Segundo as investigações, o lobista seria o elo entre José Dirceu e os diretores da Petrobras que participaram do esquema de superfaturamento contratos da estatal. 

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