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quarta-feira, 4 de novembro de 2026
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Política

CPI das obras da Câmara de Cuiabá é arquivada

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Os vereadores cuiabanos decidiram, no final desta manhã, pelo arquivamento do relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que apurou o suposto superfaturamento de R$ 1,1 milhão na reforma do prédio do Poder Legislativo da capital, sob o comando do ex-presidente, Deucimar Silva (PP). O parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), relatado pelo vereador Clovito Hugueney (PTB), foi pelo arquivamento por perda de prazo.

Para derrubar o parecer da CCJ em plenário, eram necessários dez votos. No entanto, apenas sete parlamentares municipais entenderam ser legais os feitos da CPI. São eles: Antônio Fernandes (PSDB), Misael Galvão (PR), Edivá Alves (PSD), Arnaldo Penha (PMDB), Lúdio Cabral (PT), Paulo Borges (PSDB) e Domingos Sávio (PMDB). O vereador Toninho de Souza (PSD) se absteve.

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“Ficou claro que houve, sim, uma ‘barrigada jurídica” da CPI. Eu durmo abraçado com o Regimento Interno da Câmara de Cuiabá e, por isso, o relatório não poderia ser outro, senão, pelo arquivamento”, explicou Clovito, por meio da assessoria de imprensa. Ele destacou que a CPI gastou 93 dias, embora tenha sido criada com prazo de 60 dias, prorrogados por mais 30, totalizando 90.

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Edivá Alves, um dos membros da CPI, ainda tentou convencer os colegas a derrubarem o parecer da CCJ. Mas de nada adiantou os apelos do colega parlamentar.

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