Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

Corregedor do CNJ arquiva representação contra Perri

Compartilhe Facebook X Texto

O corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, arquivou uma reclamação disciplinar movida pelo advogado Marcos Barros contra o desembargador Orlando Perri. Ambos têm travado uma batalha no meio jurídico. Marcos é irmão do juiz Marcelo Barros, aposentado compulsoriamente em fevereiro deste ano pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O plenário levou em consideração denúncias formuladas por Perri, que no exercício de corregedor-geral de Justiça, apontou recebimento indevido de dinheiro a um grupo de magistrados.

A suposta ilegalidade tinha o intuito de salvar financeiramente uma cooperativa de crédito ligada a uma entidade maçônica, o que levou a aplicação de pena máxima em caráter administrativo contra mais dois desembargadores e sete juízes mato-grossenses.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Dentre várias alegações, Barros apontou que houve quebra indevida de seus sigilos bancários e fiscal a entidades financeiras, sem o procedimento investigativo criminal (PIC) citá-lo na condição de investigado. Em sua argumentação, as respostas das informações a respeito de uma quebra de sigilo telefônico foram recebidas fora do prazo e expedida certidão com conteúdo falso, informando a inexistência de procedimento administrativo instaurado para investigá-lo.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

“Considerando que os fatos foram objeto de representação criminal arquivada pelo Superior Tribunal de Justiça, ao argumento de que não configurada a prática de ílicitos criminais, bem como a apuração da regularidade da conduta do reclamado deu-se de forma satisfatória pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, determino o arquivamento desta reclamação disciplinar”, diz trecho do despacho.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

Perri contrapôs as alegações afirmando que Barros foi investigado por conta de uma suposta associação ilícita com o irmão juiz Marcelo no período de 2003 a 2005, época em que o magistrado ocupava a função de Juiz Auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça. No entanto, a acusação não foi comprovada.

A batalha jurídica promete ampliar-se nos próximos meses. Conforme A Gazeta divulgou, o CNJ instaurou Procedimento de Controle Administrativo (PCA) contra Perri e Paulo Lessa(desembargador aposentado) e mais os juízes Luiz Aparecido Bertolucci e Geraldo Giraldelli. A decisão baseou-se em ações populares formuladas por Marcos Barros que apontam mau uso de dinheiro do Fundo de Apoio ao Judiciário (Funajuris) e pagamentos que afrontam normas do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Supremo Tribunal Federal (STF). Juntos, a quantia supostamente paga supera R$ 23 milhões.

 

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé