Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sábado, 7 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

Contador nega participação em sonegação de impostos no MT

Compartilhe Facebook X Texto

Os deputados integrantes da CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal, José Carlos do Pátio, Leonardo  Albuquerque e Emanuel Pinheiro, ouviram o contador Fabiano Ourives da Cruz, que tem seu registro profissional cadastrado como responsável técnico pela empresa que, segundo apurou a comissão, teria sonegado R$ 21 milhões em impostos. Ele disse que, embora na empresa conste no registro o seu CRC, ele não tem informações concretas sobre a movimentação.

O contador disse que penas uma negociação para que ele passasse a ser o contador, mas o negócio nunca se concretizou, uma vez que o Termo de Transferência de Responsabilidade não teria sido concluído e a documentação necessária ao trabalho nunca teria sido repassada. Afirmou ainda que o registro teria sido iniciado em outubro de 2015 e que retirou seu CRC este mês, quando ficou sabendo das denúncias e apurações pela CPI e, por fim, que não tinha informações sobre o movimento da empresa neste período.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Diante dos fatos, o presidente da CPI, deputado José Carlos do Pátio, chegou a questionar se ele se considerava “laranja” da empresa e lembrou que o contador poderia sair preso por negar informações, levando o convidado a pedir para depor em sigilo. Depois do diálogo em sigilo, a CPI liberou o depoente e o presidente disse que “ele repassou informações e fez declarações importantes que agora serão averiguadas. Neste momento vamos ficar calados e investigar se tem consistência os fatos”.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

Pátio anunciou que o próximo convocado a depor será Wesley Batista, proprietário de um grupo de frigoríficos. A CPI convocará ainda Nelson José Vigolo, que sozinho seria responsável por 93% de toda movimentação de uma cooperativa. “Vamos ouvir mais essas duas pessoas, as coisas estão se aprofundando e há muita coisa a se averiguar”, ratificou Pátio.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

Ele defendeu a abertura também de uma comissão parlamentar de inquérito para averiguar o mercado da soja. Segundo o deputado, há evidências a serem perseguidas, mas como a CPI que preside não tem esse caráter, ele acredita que seria necessária uma comissão da soja. “Já há evidências de ‘mulas’ e outras informações importantes, e eu tenho que ir em outro caminho, mas acho que era importante uma CPI da Soja”, sugeriu.

Outra ponto defendido por Pátio é o fim do regime especial de tributação. “Temos que acabar com esse regime especial e taxar na fronteira, pois os bons empresários ficarão e ganharão com isso. O regime especial é um câncer para a comercialização de grãos”, disse. Questionado sobre se já fez a sugestão ao governo, Pátio disse que oficialmente não, mas a meta é que a Assembleia Legislativa sugira ao governo o envio de uma mensagem do Executivo a ser aprovada no Parlamento.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé