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quarta-feira, 4 de novembro de 2026
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Política

Blairo nega convite mas admite pensar sobre ministério

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Ainda continua repercutindo a decisão do governador Blairo Maggi em não disputar as eleições de 2010, mas também de não deixar a política, assumindo responsabilidade para com o PR e com as agremiações aliadas. Só que um novo componente pode mudar ainda mais a situação. A transferência de Maggi para Brasília, na condição de Ministro de Estado do presidente Lula.

Em Brasília, a euforia em relação a possibilidade de ter no staff presidencial o governador é grande por causa de sua influência junto ao agronegócio que é responsável por mais de 40% da balança comercial. É clara a rejeição dos grandes agricultores ao PT, principalmente por causa da ligação do partido ao Movimento dos Sem Terra (MST).

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“Convite não houve, mas se vier vou pensar, porque tenho compromisso com o Brasil e com o presidente Lula, além da convicção de que a ministra Dilma Roussef será a futura presidente”, disse Maggi.

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Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

Ele acrescenta que às vezes é complicado fazer colocações, até porque é preciso conversar. Ele não admite, mas sabe-se que numa reunião, foi discutida a possibilidade de uma mudança de estratégia para que o vice-governador Silval Barbosa (PMDB) tenha maior exposição pública.

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Maggi negou que a decisão de não disputar as eleições tenha sido de rompante, assegurando que ela foi maturada e pensada, até porque tem responsabilidade para com Mato Grosso e compromissos de campanha. “Não me sinto decepcionado com a política, eu quero vê-la do lado de lá, do lado do povo e saber como será a avaliação que a história fará de meu governo”, admitindo ter ficado chateado com a incompreensão de algumas pessoas e com matérias escritas de forma distorcida.

“Uma coisa eu aprendi, não existem decisões definitivas”, apontou sem, no entanto, titubear em relação a não disputar 2010. “Não vejo que o PR vá diminuir, pelo contrário, o meu recuo vai obrigar a agremiação a sentar e discutir com todos os demais partidos, sem distinção. Eleição eu compreendo como cada um procurando seu melhor espaço, mas isto não nos impede de fazer propostas melhores para nossos atuais e futuros aliados”, disse.

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