Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
sábado, 7 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Política

Ararath: Janot prorroga força-tarefa para investigar políticos e empresas em MT

Compartilhe Facebook X Texto

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, prorrogou por mais 60 dias, os trabalhos da força-tarefa composta por 5 procuradores da República que estão atuando em Mato Grosso de forma conjunta para investigar documentos apreendidos na 5ª fase da Operação Ararath, que investiga políticos e empresas envolvidos em empréstimos ilegais e que seriam pagos com recursos do governo estadual. Também são alvos da investigação, alguns membros do Ministério Público Estadual (MPE), citados na Operação Ararath que investiga políticos e empresários suspeitos de envolvimento em crimes contra o sistema financeiro e lavagem de dinheiro.

Janot destacou, esta noite, que houve evolução nos trabalhos e por isso surgiu a necessidade de se adotar novas estratégias no sentido de prosseguir com as apurações que ainda precisam de mais provas que ainda não foram obtidas.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Ele afirmou que parte das investigações está adiantada, porém, outras ainda precisam de provas conjuntas e por isso a decisão de prorrogar o prazo de atuação da força-tarefa teve o aval do Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF). Conforme Só Notícias já informou, Janot também confirmou que a procuradora Vanessa Ribeiro Scarmagnani, de Mato Grosso recebeu ameaças e está sob proteção policial. Sem dar  mais detalhes, disse apenas que as ameaças estão sendo investigadas, mas ainda não se tem pista de onde partiram.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémDefinida empresa que construirá ponte na avenida André Maggi em Sinop por R$ 13,8 milhões  

O teor da ameaça seria a integridade física da procuradora. Ela também não quis comentar o assunto. “Por minha segurança não vou me pronunciar”, disse.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

Janot refutou a hipótese de que as procuradoras de Mato Grosso, Vanessa Ribeiro Scarmagnani e Denise Müller Slhessarenko, não estariam dando conta de conduzir os trabalhos e por isso teria sido criada a força-tarefa para suprir eventuais falhas na atuação de ambas. “Isso é uma inverdade, as colegas têm atuação profissional como poucos procuradores da República tem em todo o Brasil”, disse ele destacando em seguida que a única finalidade é auxiliar na apuração dos documentos objeto das várias buscas e apreensões realizadas. “ O material é vastíssimo e por isso o concurso desses colegas que têm experiência profissional na apuração dos fatos e das provas decorrentes desta busca e apreensão”.

Questionado se o esquema pode ser considerado um dos maiores do Brasil, Janot disse o seguinte: “Se é um dos maiores do Brasil eu não sei, mas que ele é enorme é”. O procurador destacou ainda que os resultados das investigações estão sendo compartilhados com o Ministério Público Estadual, pois alguns dos crimes investigados, são de competência do MPE investigar e futuramente ingressar com ação. Nesta sexta-feira (11), o procurador-geral da República se reúne com membros do Ministério Público do Estado.

Janot defendeu ainda a continuidade do sigilo sobre o inquérito, para segundo ele, preservar a investigação, os investigados e para facilitar os trabalhos, pois o vazamento de informações incompletas acabam retardando o processo de investigação. “Até então o que foi apurado está sob sigilo até que possamos judicializar todas essas questões e ai sim será levantado o sigilo. A sociedade como um todo poderá ter conhecimento do que foi apurado e do que está judicializado”.

Além das 2 procuradoras de Mato Grosso, também integram a força-tarefa os procuradores Gustavo Pessanha Veloso, da Procuradoria da República da 1ª Região, Ronaldo Pinheiro Queiroz (RN) e Rodrigo Leite Prado (MG). O trabalho conjunto das instituições, Polícia Federal e 2 unidades do Ministério Público Federal, apura 8 crimes: lavagem de dinheiro, organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, agir como se instituição financeira fosse, corrupção ativa, corrupção passiva, falsidade ideológica e falsificação de documento público.

A última fase da operação, desencadeada há cerca de 40 dias, resultou nas prisões do deputado José Riva -que ficou 4 dias em Brasília- e do ex-secretário de Fazenda, Eder Moraes, que continua preso na capital federal. Também foi preso um ex-superintendente de um banco investigado.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Política

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé