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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Política

Aprovada reforma de imposto e senador de MT diz que o objetivo é acabar com “guerra fiscal”

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O Senado aprovou o projeto de reforma do Imposto sobre Serviços de qualquer natureza (ISS). O texto, que segue agora para a sanção presidencial, fixa em 2% a alíquota mínima do imposto na tentativa de acabar com a guerra fiscal entre os municípios e amplia a lista de serviços alcançados pelo imposto.

O relator da matéria, senador mato-grossense Cidinho Santos (PR), destacou que o objetivo principal do projeto é combater “a chamada guerra fiscal do ISS”. Ele também informou que a adoção de alíquota inferior a 2% ou a concessão de benefícios fiscais indevidos constituirão, em tese, ato de improbidade administrativa.

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O relator rejeitou algumas mudanças propostas pela Câmara, restabelecendo parte do texto do projeto original do Senado. “Esse projeto faz justiça com os municípios do Brasil, pois incrementa a arrecadação”, declarou o relator, destacando que a cobrança do ISS no local da prestação do serviço é uma demanda antiga dos municípios.

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A versão aprovada é um substitutivo (texto alternativo) da Câmara dos Deputados. Uma das principais mudanças aprovadas pela Câmara é a cobrança do tributo onde a operação ocorreu, em casos específicos como cartão de crédito ou débito e de factoring (aquisição de direitos de crédito) ou leasing (arrendamento mercantil).

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Isso significa que as operações podem ser tributadas pelo município em que são feitas ou segundo o domicílio do tomador da operação, e não no município sede da administradora do cartão ou da empresa financeira. A regra geral para a cobrança do imposto é a cobrança no local do estabelecimento que presta o serviço. Críticos à mudança temem que a nova forma de distribuição do tributo sobre o cartão de crédito pulverize os impostos.

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