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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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STJ concede HC para condenado por morte de servidores da UFMT

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Condenado a 51 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado por mando da morte de 3 servidores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 2007, o ex-servidor público federal, Jorge Luiz Tabory, conseguiu habeas corpus no Superior Tribunal Federal (STJ) e será solto, para recorrer em liberdade, assim como já tinha determinado a juíza federal Tânia Zucchi de Moraes. A ministra do STJ relatora do HC, Maria Thereza de Assis Moura, da Sexta Turma, acatou nesta quarta-feira (30) o pedido de liberdade de Tabory impetrado por seu advogado Elson Rezende de Oliveira.

Apesar da condenação e o benefício de recorrer em liberdade, Tabory acabou preso após o Ministério Público Federal (MPF) recorrer e conseguir que o desembargador federal Cândido Ribeiro suspendesse o benefício. Ele estava preso na Penitenciária Major Eldo Sá Corrêa, popular Presídio da Mata Grande em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), onde aguardava pelo julgamento do recurso.

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Por meio de telegrama o Tribunal Regional Federal da 1ª Região, e a Vara Federal de Rondonópolis foram comunicadas ainda nesta quarta-feira (30) sobre a concessão do HC a Tabory.

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Jorge Luiz Tabory foi denunciado pelo Ministério Público Federal, julgado e condenado como mandante da morte da pró-reitora do Campus da UFMT em Rondonópolis, Sorahia Miranda de Lima, do professor da instituição, Alessandro Luiz Fraga e do presidente do Campus, Luiz Mauro Pires Russo executados no dia 27 de novembro de 2007.

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A motivação conforme o MPF, foi por que Sorahia descobriu irregularidades nos contratos de prestação de serviços de lavagem de todos os veículos oficiais pertencentes à instituição. A empresa de Tabory comandava o negócio, embora estivesse em nome de "laranjas" e por isso teria o contrato suspenso com a UFMT.

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