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quarta-feira, 4 de novembro de 2026
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Sinop: policial que baleou 3 em danceteria é condenado a 22 anos

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O policial rodoviário federal, Carlos Roberto Gonçalves, 42 anos, foi condenado, agora há pouco, a 22 anos e dois meses de reclusão, inicialmente em regime fechado, pelo crime de tentativa de homicídio contra Adriana Esser, Adriana Alexandre Magalhães da Silva e Adriano Ferreira Viana. O crime ocorreu no dia 14 de abril de 2006, em uma danceteria, na avenida Júlio Campos, no Centro.

A sentença, proferida pelo magistrado João Manoel Pereira Guerra, destaca que dez anos correspondem a tentativa contra Adriana Esser, que acabou paraplégica. Outros sete anos e seis meses correspondem a tentativa contra Adriano e, mais quatro ano e oito meses foi a condenação na tentativa contra Adriana Magalhães.

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O júri foi acompanhado por familiares, acadêmicos do curso de direito e pelas vítimas. Adriana Esser, que se sentiu mal, deixou o plenário antes de ser proferida a sentença. A audiência durou cerca de 12 horas. Nela, o réu disse estar “arrependido” e, que se pudesse, voltaria atrás para não cometer o crime.

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Conforme Só Notícias informou, as vítimas foram atingidas por disparos feitos com uma pistola calibre 40. O processo destaca que, horas antes do crime, o policial esteve em um bar nas proximidades onde tentou agredir Valéria Moreira da Silva, por que ela teria rejeitado “suas investidas amorosas”, e assim, foi retirado do local. O processo descreve também que, após ser retirado do local, foi até a danceteria, onde Valéria tinha ido. Carlos teria discutido com um cliente e acabou deixando o local a pedido do estabelecimento. Porém, retornou minutos depois, armado e em frente da danceteria, fez os disparos.

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Das vítimas, Adriana Esser teve maiores sequelas, ficando paraplégica. Na época, após os disparos, Carlos correu, mas foi perseguido por um grupo que estava na danceteria. Ele foi agredido e acabou detido por policiais.

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