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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Professores da UFMT rejeitam proposta reposição salarial parcelada

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Os professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) rejeitaram, hoje, a proposta do governo federal em parcelar a reposição das perdas salariais em 21,3% pelos próximos quatro anos. A assembleia geral da categoria foi realizada a pedido do Comando Nacional de Greve do Sindicato Nacional dos Docentes de Universidades Federais (ANDES-SN), que teve a primeira reunião com o Ministério da Educação, no dia 23.

Nesta reunião, o MEC disse não ter autonomia para tratar questões financeiras com o movimento e outra reunião foi realizada no dia 25 com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), desta vez, com representantes de todas as categorias dos servidores públicos federais. O governo apresentou a proposta considerada desrespeitosa e ofensiva pelos docentes, de aplicar 21,3% em quatro anos: 5,5% em 2016; 5% em 2017; 4,75% em 2018 e 4,5% em 2019.

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Na assembleia de hoje, os professores avaliaram que a proposta inicial não oferece nenhuma reposição salarial. Ao contrário disso, ela representa perdas, porque está abaixo do índice inflacionário e ainda garante que não haja, nos próximos quatro anos, novas reivindicações da categoria.

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Uma nova reunião entre servidores públicos federais e Ministério do Planejamento está marcada para o dia segunda-feira (6 de julho).  

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