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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Professores da UFMT marcam nova assembleia para decidir sobre greve após comando nacional aceitar proposta

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Professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) anunciaram hoje a realização de uma nova assembleia para decidir se irão continuar ou não a greve que já dura mais de um mês. A Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat) informou que a reunião será na próxima segunda-feira (1).

Na última sexta-feira, os professores voltaram a rejeitar a proposta do governo federal e decidiram continuar com a mobilização. Segundo o sindicato que representa a categoria, a pauta salarial não teve nenhuma alteração, de forma que a proposta continua sendo zero reajuste em 2024, 9% em 2025 e 3,5% em 2026.

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Por outro lado, o Sinasefe, que representa os docentes e técnicos da rede federal de ensino, decidiu, em assembleia geral nacional, aceitar o acordo proposto pelo governo Lula. A entidade avaliou que, dentre as principais conquistas, está a recomposição orçamentária das Instituições Federais de Ensino (IFEs).

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“Não por acaso, também foi aprovado no Senado o Projeto de Lei que cria a Política Nacional de Assistência Estudantil (PNAES). Para nós, trabalhadores(as) da Educação, a recomposição orçamentária e a política de investimento nas instituições públicas é fundamental para o exercício de nossas atividades profissionais”, informou o Sinasefe.

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Ainda conforme o sindicato, “houve avanços relevantes também nas carreiras de técnico-admistrativos e de docentes, além de uma previsão de reajuste para 2025 e 2026, porém, muito aquém das perdas acumuladas e daquilo que foi reivindicado pela categoria. Além disso, não podemos deixar de mencionar nosso total desacordo com a perversa decisão do Governo de excluir os servidores aposentados de quaisquer possibilidades de ganhos em 2024”.

Além dos docentes, técnicos da UFMT também estão em greve. Ainda houve paralisações em 18 campi do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT). Na última semana, as unidades de Sinop, Alta Floresta, Confresa, Barra do Garças, Rondonópolis e Diamantino decidiram retomar as atividades.

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