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sábado, 7 de novembro de 2026
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Politec apresenta ao MP projeto de aquisição de equipamentos para a gerência de Sorriso

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A Politec apresentou para a promotoria de Justiça de Sorriso a proposta de aquisição de um equipamento portátil para exames definitivos de drogas e de um opacímetro, que mede a emissão de poluentes por veículos a diesel. Os aparelhos são os mesmos utilizados pela Gerência de Criminalística de Pontes e Lacerda, adquiridos por meio de doação do Conselho Estadual de Segurança (Conseg) com recursos de Termos de Ajustamento de Conduta firmados pelo Ministério Público Estado.

O gerente regional da Politec de Pontes e Lacerda, José Roberto Stefanelli Junior, participou das exposições na última quarta-feira, junto com o diretor de Interiorização, Marcos Antonio Contel Secco, e o perito criminal do Laboratório Forense, de Cuiabá, Alisson Trindade.

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“A visita dos representantes a Politec foi feita a convite da Promotora de Justiça de Sorriso, Elide Manzini com o objetivo de alinhar sobre o projeto de aquisição de equipamentos, visando dar celeridade às perícias naquela unidade”, disse Marcos Antonio Contel Secco.

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Atualmente os exames definitivos de drogas apreendidas no interior do Estado são realizados no Laboratório Forense de Cuiabá. A única exceção é regional de Pontes e Lacerda, que passou a realizar este tipo de perícia há um mês.

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Segundo o diretor de Interiorização, a vantagem da aquisição de um aparelho de espectromia no infravermelho para a unidade de Sorriso é a economicidade no transporte dos entorpecentes para Cuiabá, além da agilidade no exame. “Dessa forma, o laudo definitivo poderá ser entregue dentro do prazo legal de 24 horas, dando celeridade na persecução penal. Hoje, sem o equipamento, o exame leva em média 15 a 30 dias para ser concluído, dependendo da janela de transporte de materiais até Cuiabá”, ponderou Contel.

A análise das substâncias periciadas dura cerca de três minutos, entre o preparo da amostra até o resultado. A espectrometria analisa a substância por meio da frequência de vibração das moléculas e busca no banco de dados do equipamento a sua identificação.

O equipamento possui uma biblioteca com dez mil compostos catalogados, sendo capaz de identificar diferentes tipos de substâncias sólidas, como entorpecentes, medicamentos e explosivos.

Já o opacímetro, é empregado na materialização de crimes ambientais, previstos na Lei previstos nos artigos 54 e 60 da Lei 9.605/98 envolvendo a adulteração dos aditivos Arla 32 e Diesel S10.

O Arla 32 é um aditivo para controle e redução das emissões de Óxidos de Nitrogênio, enquanto o Diesel S10 é empregado para o controle de emissões de Enxofre. Ambos são obrigatórios para os veículos pesados, movidos a diesel, fabricados a partir de 2012, conforme determinação do Conselho Nacional de Meio Ambiente.

As informações são da assessoria.

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