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domingo, 8 de novembro de 2026
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Piracema termina e pesca está liberada na maioria dos rios em Mato Grosso; fiscalização mantida

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O período de reprodução dos peixes termina hoje na maioria dos rios no Estado e a pesca, que estava proibida desde outubro, fica liberada. Porém, a proibição continua até dia 28, nos rios que fazem divisa com outros Estados, de acordo com o calendário nacional. São 17 rios que se enquadram na categoria de divisa e entre os mais conhecidos estão o rio Araguaia, que faz divisa com Goiás, o rio Piquiri, em que uma margem está em Mato Grosso e outra em Mato Grosso do Sul, e o trecho do rio Teles Pires que faz divisa com o Pará, na bacia Amazônica.

A fiscalização segue integrada com o Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) e da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema). O sucesso do período de reprodução das espécies depende da conscientização e adesão da população às regras, destaca o coordenador.

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Dentro das Unidades de Conservação estaduais, municipais e federais, a pesca é proibida durante todo o ano. O Dourado (Salminus brasiliensis) e Piraíba (Brachyplatystoma filamentosum) são espécies cuja captura, venda e transporte são proibidos pela Lei 9.794/2012.

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Para pescar nos rios de Mato Grosso é necessário ter a carteira de pesca, seja na modalidade amadora, ou profissional. Também deve ser respeitada a cota de transporte, que para amador é de 5 quilos e 1 exemplar, e para profissional é de 125 kg por semana.

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As medidas mínimas dos exemplares que podem ser retirados dos rios possibilita que os peixes mais jovens, menores, que possivelmente irão crescer e se reproduzir na próxima piracema, permaneçam no ecossistema. As principais medidas são:  piraputanga (até 30 cm), curimbatá e piavuçu (38 cm), pacu (45 cm), barbado (60 cm), cachara (80 cm), pintado (85 cm) e jaú (95 cm). Essas informações estão impressas na carteira de pesca, informa a secretaria estadual de Meio Ambiente.

A fiscalização continua nos rios e quem praticar a pesca ilegal pode receber multas que variam entre R$ 1 mil a R$ 100 mil, com acréscimo de R$ 20 por quilo de peixe encontrado. Também poderá ter o pescado, equipamentos e embarcação apreendidos, além de responder na esfera criminal e civil pela ilegalidade.

 

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