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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Metamat e UNB vão identificar potencial mineral em rio no Nortão

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A Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat) firmou um Termo de Cooperação com a Universidade de Brasília (UNB) que possibilitará a identificação de locais de maior incidência de ouro no rio Peixoto de Azevedo, na região Norte. O estudo deve começar no início do próximo ano e será feito por métodos geofísicos aquáticos. Neste tipo de estudo, a identificação da área é feita com equipamentos que não necessitam de perfuração e escavação, possibilitando assim um menor dano ambiental e resultados mais precisos.

O projeto foi apresentado pelo pesquisador da UNB, Eduardo Xavier Seimetz, durante palestra realizada na Metamat, ontem, que reuniu geólogos e técnicos da companhia. O estudo faz parte da tese de doutorado do pesquisador e o resultado final ficará à disposição para utilização da Metamat.

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“Nosso foco será identificar e caracterizar os locais de maior possibilidade de ocorrência de depósitos auríferos no rio. O trabalho consistirá no mapeamento dos materiais minerais da superfície, análise de sedimentos como rochas, realização da magnetometria, que é um método que mede a intensidade do campo magnético do rio, entre outros”.

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Os equipamentos que serão utilizados durante o estudo são da UNB. O levantamento será feito no rio Peixoto de Azevedo e em seus formadores: Pium, Peixotinho I, Peixotinho II e Piranha e também em uma parte do rio Xingu, localizado na divisa ao leste do município, e seus afluentes.

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O diretor técnico da Metamat, Marcos Vinicius Paes de Barros, pontua que com os dados em mãos a companhia poderá prestar orientação ao trabalho dos garimpos na região. “Ao final deste trabalho, teremos um mapa geofísico do rio, ou seja, um raio-x do potencial não só de ouro, mas de outros minerais existentes na área”.

O presidente da Metamat, Elias Santos, destaca que esta parceria com a UNB possibilitará que outros estudos como este sejam realizados. “Foi firmado um Termo de Cooperação entre a Companhia e a UNB, pelo qual será possível que pesquisadores da universidade façam suas pesquisas aqui em Mato Grosso e com os dados obtidos a Metamat mapeie as potenciais ocorrências minerais em diversos pontos do Estado”.

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