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quarta-feira, 4 de novembro de 2026
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Mato Grosso quer permanência de Força Nacional; PF concorda

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O secretário de Justiça e Segurança Pública, Diógenes Curado, defendeu a permanência da Força Nacional de Segurança (FNS) em Mato Grosso para reforçar o efetivo da Polícia Federal e IBAMA nas operações de combate ao desmatamento ilegal e em outros crimes. Recentemente, o Ministério Público Federal do Pará pediu o cancelamento da portaria que permitiu à Força Nacional ampliar por mais tempo sua atuação nos Estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia. Para o MPF, a continuidade das operações do grupo é irregular.

Isto porque no entender do procurador da República Fernando Aguiar, de Belém (PA), os trabalhos têm ocorrido de maneira ininterrupta há mais de anos, o que contraria os termos do próprio decreto que instituiu a força, segundo o qual a atuação deveria ser de forma episodia e não permanente.

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"Defendo realmente que se continue porque esta força pode fazer sua atuação nos Estados que estão carentes. É uma forma de dar apoio à PF", falou Diógenes Curado. Segundo Curado, além da área ambiental, a tropa também poderia atuar no combate e repressão ao tráfico de drogas. "Já houve cobranças em relação a esta questão", explica o secretário.

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O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis e PF dizem que o controle do desmatamento em Mato Grosso tornou-se possível com apoio da tropa federal. Em 2008, 60 homens da corporação estiveram no Estado, e, em 2009, 30. O grupo é formado por militares de diferentes unidades da federação. Somente de Mato Grosso são 100 PMs no efetivo .

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No comparativo de agosto a novembro de 2008 com o mesmo período de 2009 o desmatamento reduziu quase 20% em Mato Grosso, segundo o instituto Imazon. Para a PF, o trabalho conjunto é mais eficiente. "Não há o que questionar. Muito pelo contrário, é uma meta segurança efetiva naquele Estado onde ela está trabalhando", defende o superientende em Mato Grosso, Oslain Campos.

 

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