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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Madeireiro preso em Sorriso durante Rio Pardo deverá ser solto hoje

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O diretor de uma indústria madeireira de Sorriso, Valderlei Cachiatori, preso durante a Operação Rio Pardo, deverá ser solto ainda hoje. Os advogados obtiveram, na última quarta-feira, um habeas corpus para 04 funcionários da empresa.

Segundo o advogado José Reinaldo Oliveira, eles foram presos indevidamente durante a operação feita pela Policia Federal. Na decisão, o desembargador federal Carlos Olavo, determinou a imediata soltura de Arnon Antonio Salomoni, Eudes Manfardini, Ilson José Alves de Lima, Luiz Antonio Appi e Valderlei Cachiatori, em habeas corpus impetrado por Osmar Schneider, Fábio Schneider e Marcus Cesár Mesquita

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A “Operação Rio Pardo”, executada pela Polícia Federal, no cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão determinadas pela Justiça Federal, prendeu 27 pessoas. A grande maioria delas em Mato Grosso. Há, porém, pessoas presas também em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás e Rondônia.

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A operação foi desencadeada no início de novembro a pedido da Funai e do Ministério Público Federal. Através destas solicitações a Polícia Federal começou a investigar a existência de uma poderosa quadrilha que agia nas regiões de Cuiabá, Colniza, Aripuanã, Nova Maringá, Juara, Guarantã do Norte e Várzea Grande, além dos Estados de Goiás, Paraná, Santa Catarina, Rondônia, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

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Segundo as informações repassadas pela Polícia Federal, que está com um contigente de 110 ações nesta operação, os mandados de busca e apreensão e de prisão temporária expedidos pelo juiz da 1ª Vara da Justiça Federal de Mato Grosso, Julier Sebastião da Silva, são de pessoas físicas e jurídicas investigadas através do inquérito policial de número 519/2005 por indícios de formação de quadrilha para efeitos de “grilagem de terras da União”, genocídios contra grupo indígena isolado e delitos ambientais em Colniza.

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