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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Juíza mantém prisão de suspeito de matar jovem em Sinop

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A juíza Giovana Pasqual de Mello decidiu converter em prisão preventiva a detenção de Rafael Pendloski Torres Galvão, de 20 anos, suspeito de matar Raissa Pereira da Silva, de 24 anos, na última quinta-feira, no bairro Jardim Primaveras, em Sinop. A decisão foi proferida durante audiência de custódia realizada no plantão judicial da comarca no último sábado.

De acordo com o processo, o investigado foi preso em flagrante pela equipe de Força Tática. Polícia Militar. Conforme o boletim de ocorrência, câmeras de segurança registraram a presença do suspeito no local, além do veículo utilizado na fuga, o que auxiliou na identificação e localização dele pelas forças de segurança. Ainda segundo os autos, o suspeito foi encontrado no dia seguinte escondido em um imóvel e, durante a abordagem policial, indicou onde estava uma arma de fogo artesanal calibre .22, que foi apreendida. Ele também teria confessado o crime, relatando que houve uma discussão com a vítima após ambos consumirem bebida alcoólica e entorpecentes, resultando em luta corporal e na morte da mulher.

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Na audiência de custódia, o Ministério Público se manifestou pela conversão da prisão em flagrante em preventiva, enquanto a defesa solicitou liberdade provisória com aplicação de medidas cautelares. Ao analisar o caso, a juíza plantonista considerou que a prisão em flagrante ocorreu dentro da legalidade e destacou a existência de indícios de autoria e materialidade do crime. A magistrada também apontou que a gravidade do fato, as circunstâncias da fuga e a tentativa de ocultação do suspeito demonstram risco à ordem pública.

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Outro ponto citado na decisão foi o histórico do investigado, que possui registros de atos infracionais anteriores, fator que, segundo a juíza, reforça o risco de reiteração criminosa. Com base nesses elementos, a Justiça entendeu que medidas cautelares alternativas seriam insuficientes e determinou a conversão da prisão em flagrante em preventiva. A magistrada também autorizou a realização de exame toxicológico no custodiado, conforme pedido da defesa.

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O caso segue agora para tramitação no juízo competente.

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