Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Home › Geral
Geral

Juíza define nova data para julgar policial acusado de matar caminhoneiro em Sorriso

Compartilhe Facebook X Texto

A juíza Emanuelle Chiaradia Navarro Mano definiu uma nova data para o julgamento, que estava previsto para a última terça-feira (10), do policial militar acusado de matar o caminhoneiro Israel Evangelista Carlos, 43 anos. O motorista foi atingido por tiros, durante uma operação das polícias Militar e Rodoviária Federal (PRF) na BR-163, em junho de 2003.

A decisão de transferir o julgamento para o dia 4 de fevereiro do ano que vem ocorreu por decisão da magistrada, que estará em licença para acompanhamento médico. O réu, que era comandante da operação, irá a júri popular por homicídio simples.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Policiais que participavam da ocorrência declararam que fizeram uma barreira para tentar prender suspeitos de um assalto ocorrido em Sinop, quando a carreta conduzida por Israel passou pelo local “buzinando e dando sinais de luz”. Os agentes passaram a perseguir a carreta para averiguar o que estava acontecendo e deram ordens para que o motorista parasse. Israel, no entanto, teria dirigido por mais alguns quilômetros.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémConta de água fica 2,76% mais cara em município do Nortão  

De acordo com essa versão, após parar, o caminhoneiro também teria desobedecido ordem para sair do veículo. Instantes depois, Israel teria descido e “de forma brusca” tentado correr em direção a uma área de mata, quando acabou sendo atingido por tiros.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

O policial chegou a ser absolvido, em 2010, pela juíza Débora Roberta Pain Caldas. Ela entendeu que o militar agiu no “estrito cumprimento do dever legal”, já que o “comportamento da vítima colaborou” para que fossem efetuados os disparos.

No entanto, o Ministério Público Estadual (MPE) recorreu e, em 2016, o Tribunal de Justiça reformou a sentença, determinado que o réu fosse a júri popular por homicídio. Na ocasião, os desembargadores da Segunda Câmara Criminal entenderam que havia dúvidas “acerca da legitimidade da conduta que culminou no óbito de Israel”.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Geral

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé