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sábado, 7 de novembro de 2026
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Governo construirá 6 novas unidades prisionais no Estado; obras começam este semestre

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A construção de seis novas unidades prisionais deve começar ainda no primeiro semestre. Em reunião, esta tarde, no Palácio Paiaguás, o governador Pedro Taques, acompanhado de secretários estaduais, definiu que os municípios de Vila Rica, Guiratinga, Porto Alegre do Norte, Sapezal e Várzea Grande serão contemplados com a construção de novas unidades prisionais. “Em Várzea Grande será erguida a maior unidade de Mato Grosso, com 1.008 vagas”, explicou o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Marcio Dorilêo.

Além da construção de novas unidades, na reunião ficou definido que o Governo do Estado irá reformar o Complexo Pomeri – Centro Socioeducativo de Cuiabá. Em Peixoto de Azevedo, acrescentou Dorilêo, o governador determinou que as obras de construção do novo presídio sejam retomadas.

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Mato Grosso tem atualmente uma população carcerária de 10,7 mil presos, mas possuí 6,4 mil vagas no sistema prisional. “Há um déficit no regime fechado. Para reduzir esse cenário, além de novas unidades prisionais, continuaremos utilizando as tornozeleiras eletrônicas e aderindo às audiências de custódia. Essas políticas tem ajudado a diminuir a quantidade de presos provisórios que em Mato Grosso ultrapassa 60%”, comentou Dorilêo.

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Uma equipe da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) também irá realizar estudos para aquisição de uniformes para os recuperandos. Para isso está sendo estudada uma parceria com a Ampa (Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa). A Sejudh estuda ainda a possibilidade de instalar nas cadeias e penitenciárias do Estado bloqueadores de sinal de telefone celular. “O Estado de São Paulo possui esses bloqueadores e estamos vendo a possibilidade de seguir o mesmo exemplo dele. O custo médio é de R$ 20 mil mês. Mas ainda não há definição quanto a esse assunto”, adiantou Dorilêo.

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Também participaram da reunião os secretário de Planejamento, Marco Marrafon, de Gestão, Julio Modesto, e do procurador-geral do Estado, Patryck Ayala. 

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