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quinta-feira, 5 de novembro de 2026
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Faixa 1,5 do Minha Casa, Minha Vida será relançada em agosto com menos subsídio

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Em palestra a empresários do setor imobiliário e prefeitos de cidades paulistas, o ministro das Cidades, Bruno Araújo, disse hoje (15) que a faixa 1,5 do Programa Minha Casa, Minha Vida deve ser relançada até agosto. Segundo o ministro, a meta é contratar entre 40 mil e 50 mil unidades nessa faixa até o fim do ano.

No entanto, o subsídio do governo será menor que o anunciado anteriormente. A faixa 1,5 é destinada a famílias com renda entre R$ 1,8 mil e R$ 2.350 e ofereceria subsídio de até R$ 45 mil para financiamento de imóveis que custem até R$ 135 mil. Segundo Araújo, o subsídio será reduzido em cerca de 9% para atender a mais famílias.

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“A proposta reduzirá o subsídio na faixa 1,5 em cerca de 9%, permitindo o atendimento de maior número de famílias”, disse o ministro na sede do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

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Já para as faixas 2 e 3 do Minha Casa, Minha Vida, a expectativa de Araújo é chegar a 400 mil unidades até o fim de 2016.

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O ministro voltou a reclamar da gestão do ministério e dos programas da pasta no governo da presidenta afastada Dima Rousseff.

“O Minha Casa, Minha Vida precisa ser salvo porque o governo afastado deixou o programa com menos da metade dos recursos de 2015. Nossa missão é salvar o programa. E como vamos salvá-lo? Com zelo na gestão, mudando o que é preciso mudar para dar mais eficiência, garantindo a retomada das obras paralisadas, a normalidade da faixa 2 e 3 do programa, o relançamento da faixa 1,5 com 40 mil unidades este ano.”

Durante a apresentação aos empresários, o ministro disse que a inadimplência na faixa 1 do programa habitacional chegou a 25%, considerada por ele “muito alta”. Araújo disse que o ministério fará uma campanha em parceria com a Caixa Econômica Federal para combater a falta de pagamento. 

“No momento em que a sociedade brasileira entrega um imóvel praticamente subsidiado a uma família enquadrada no Minha Casa Minha Vida e que precisa daquela residência, cobra uma prestação absolutamente compatível com aquela renda. Mas a inadimplência é de quase 25%, o que o sistema não comporta. De forma educativa e didática é preciso fazer uma campanha de esclarecimento inclusive sobre as consequências legais do não pagamento”, disse.

Segundo o ministro, inicialmente, a campanha será apenas educativa. “Neste momento não é um movimento de repressão [aos inadimplentes]”.

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