Estudo aponta possíveis problemas com duplicação no perímetro urbano da BR-163 em Sinop
Um estudo encomendado pela empresa responsável pela construção do Shopping Sinop apontou possíveis problemas no trânsito do perímetro urbano sinopense com a duplicação da BR-163. De acordo com o empresário Roberto Martins, que lidera grupo de investidores na construção do shopping, o documento foi entregue à prefeitura que pode ampliar o levantamento e protocolar um pedido de mudança na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) no projeto que deverá ser executado pela concessionária Rota do Oeste. “O estudo não é completo, só mostra que a atual proposta pode trazer alguns problemas. Se for mais embasado, pode se transformar em um documento para solicitar alteração. Foi uma tentativa nossa de ajudar”, afirmou, ao Só Notícias. Quando o shopping entrar em funcionamento, possivelmente em 2017, o tráfego em determinados trechos da rodovia e laterais vai aumentar consideravelmente. O empreendimento está sendo construído a menos de 700 metros da rodovia (próximo ao campus da UFMT).
Ele explicou que um dos pontos que poderia apresentar acúmulo de tráfego é o entroncamento com a MT-140, que liga Sinop a Santa Carmem, onde está previsto um viaduto. “Aquele local pode ter algum impacto. Outros pontos específicos ao longo do trecho também podem apresentar excesso no fluxo de veículos. O prefeito Juarez Costa (PMDB) tem conhecimento. A gente espera que haja uma ampliação do relatório”.
O estudo foi desenvolvido por uma empresa de consultoria de transporte e urbanismo, sediada em Belo Horizonte.

A Rota do Oeste, que detém a concessão da BR-163 por 30 anos, prevê a construção de cinco viadutos, além de diversas passarelas, no trecho urbano da rodovia em Sinop, que também será duplicado e terá as laterais pavimentadas. As obras devem ficar prontas, em sua totalidade, em 2019.
Só Notícias tentou contato com a secretária de Trânsito, Ivete Mallmann, que, no entanto, informou que não podia atender a ligação por estar em uma reunião. Minutos depois, a secretária foi novamente procurada, desta vez, por meio do número fixo da própria Secretaria de Trânsito. Um funcionário afirmou que Ivete "continuava ocupada e não poderia atender" para tratar do assunto.







