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sábado, 7 de novembro de 2026
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Empresa descarta necessidade de esvaziar lago de usina em Lucas do Rio Verde

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A empresa Amper Energia informou, através de sua assessoria, que “não há a menor possibilidade ou necessidade de se esvaziar o lago” para retirada do corpo do mergulhador Paulo César de Matos, 42 anos, que morreu afogado há 7 dias, enquanto trabalhava na tentativa de reduzir a passagem de água pela comporta da usina Canoa Quebrada, em Lucas do Rio Verde.

Segundo a assessoria, uma das alternativas é tentar fechar o vão na comporta para diminuir a sucção. Paulo era o proprietário de uma empresa de mergulho de São Paulo, que estava prestando serviços terceirizados, no sentido de fechar esse vão que surgiu na comporta. Ele e sua equipe estavam há 15 dias em Lucas do Rio Verde.

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Conforme Só Notícias já informou, Paulo teve um dos braços sugado pela força das águas em um espaço de cerca de 20 centímetros. O profissional que exercia a função com todos os equipamentos de segurança ficou preso e acabou falecendo. A vítima estava a 23 metros de profundidade e trabalhava ao lado de outros três mergulhadores que tentaram salvá-lo, mas não conseguiram.

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Só Notícias apurou que uma equipe de 30 profissionais, entre bombeiros e Defesa Civil está no local, fazendo todo o possível para retirar o corpo, mas não há previsão de quando isso poderá ocorrer.

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