Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Home › Geral
Geral

Documentário sobre a memória e a tradição do Congo em Mato Grosso estreia sábado

Compartilhe Facebook X Texto

A estreia do documentário “Terreiro Ancestral de Toty, o Rei do Congo”, que preserva a memória e a tradição do Congo em Mato Grosso, ocorrerá no próximo sábado, em Cuiabá, a partir das 19h. O evento ainda contará com uma roda de conversa com o protagonista do documentário, o Mestre Toty, e uma apresentação musical com as trilhas originais do curta, que são interpretadas pela cantora Jamila Amaral. A entrada é gratuita.

Aprovada no edital Fomento Audiovisual – Documentário Temático, edição Lei Paulo Gustavo da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel), a produção traz a história do mestre da cultura popular, Toty, referência cultural no Congo e da religiosidade afro-brasileira em Mato Grosso.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

“Apesar de se tratar de uma manifestação secular, o Congo do Livramento acaba não sendo tão reconhecido quanto deveria. Então, o documentário é de extrema relevância para a história e para a cultura local, sendo também uma forma de registro histórico”, ressalta Claudio Dias, proponente do projeto e diretor do documentário.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémConta de água fica 2,76% mais cara em município do Nortão  

A relação de Toty com o Congo começou bem cedo. Em 1974, com apenas 6 anos, ele pediu à sua tia para aprender a dança, que mistura tradições africanas com o catolicismo. Apesar de ser natural de Várzea Grande e atualmente morar em Cuiabá, foi em Mata Cavalo, comunidade quilombola localizada em Nossa Senhora do Livramento (40 km de Cuiabá), que o Mestre manteve suas raízes. Em 1980, o então garoto mudou-se com sua família para o município, que reconheceu como lar.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250

Para Toty, é uma conquista ter sua história registrada. “É a sensação de ter o trabalho, que levou décadas, reconhecido. Eu sempre digo que aprender a dançar o Congo qualquer um pode aprender. Mas ser dançante do Congo, espalhar a cultura e levá-la para onde ela deve ir é uma responsabilidade maior”, ressalta.

As gravações do curta-metragem iniciaram em fevereiro do ano passado e ocorreram na parte urbana de Nossa Senhora do Livramento, no quilombo de Mata Cavalo e em Cuiabá.

Receba em seu WhatsApp informações publicadas em Só Notícias. Clique aqui.

Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Geral

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé