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sexta-feira, 6 de novembro de 2026
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Campanha dos Bombeiros em MT arrecada alimentos para entidades sociais

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A campanha Bombeiros Solidários, que arrecada alimentos não-perecíveis para instituições beneficentes, entra em sua última semana com resultado positivos e em busca de ainda mais contribuições da sociedade mato-grossense. A iniciativa, lançada no dia 1º de julho, incentiva e reforça valores como a solidariedade, companheirismo, respeito e cooperação, além de marcar o mês em que se comemora o Dia Nacional do Bombeiro (2 deste mês).

“O Projeto Bombeiro Solidário se destina a todos os bombeiros militares do CBMMT e demais pessoas integrantes da comunidade geral, além das prefeituras, restaurantes, indústrias, empresas de alimentação, igrejas, escolas, redes de supermercados e feiras, que queiram colaborar com doações”, afirma a corporação, em nota.

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Todas as unidades do Corpo de Bombeiros (Diretorias, Comandos Regionais, Batalhões, Coordenadorias, Companhias Independentes) participam da campanha e estão aptas a receber as doações.

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O encerramento da campanha está marcado para o dia 29, quando o montante arrecadado será distribuído simultaneamente às instituições beneficiárias em todo o Estado.

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No Brasil, a história do Corpo de Bombeiros começa em 1856. O decreto, assinado pelo Imperador Dom Pedro II, instituiu o Corpo Provisório de Bombeiros da Corte, no Rio de Janeiro. Foram reunidas as seções de Bombeiros que existiam para o serviço de extinção de incêndios na Casa do Trem (Arsenal de Guerra).

O primeiro serviço contra incêndios era responsável por orientar medidas de socorro, cabendo à equipe técnica a supervisão dos trabalhos de salvamento e extinção do fogo. Apesar dos equipamentos utilizados serem rudimentares, a cidade já não se mobilizava desordenadamente. Aos poucos, ia-se organizando o núcleo oficial do Corpo de Bombeiros.

Os arsenais deixaram de ser os únicos responsáveis pelos incêndios. Embora contassem com melhores equipamentos e pessoal mais especializado, possuíam a colaboração da Repartição de Obras Públicas e de funcionários da Casa de Correção.

Naquela época, o sinal de fogo era dado por tiros de peças do Morro do Castelo, onde uma bandeira vermelha era içada. Em seguida, o toque era convencionado do sino da Igreja de São Francisco de Paula, indicando o lugar do sinistro.

Em 1880, a Corporação passou a ter organização militar e, foram concedidos postos e insígnias aos seus componentes. Com o passar dos anos, equipamentos mais sofisticados foram fornecidos e viaturas mecânicas passaram a ser utilizadas.

A atuação dos bombeiros militares passa também por atendimentos pré-hospitalares em caso de trauma, salvamentos em altura e na água, além das atividades de busca e defesa civil.

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