Ambiente de testes · não indexado pelos buscadores
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
Publicidade
E-01 · 1190 × 250E-01 · 336 × 100Super banner topo
Home › Geral
Geral

Auditoria ainda não foi realizada em viaduto interditado em Cuiabá

Compartilhe Facebook X Texto

Após quatro meses interditado para execução dos serviços de recuperação, o viaduto Jamil Boutros Nadaf, (Sefaz), em Cuiabá, ainda não passou pela auditoria do Laboratório de Sistemas Estruturais (LSE). Contratada por R$ 2,7 milhões pela Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa), a empresa é a responsável por avaliar 13 obras de mobilidade urbana na capital e Várzea Grande. Nesta sexta-feira (19), mais seis relatórios serão repassados à Secopa com a análise dos auditores. A expectativa era de que o parecer técnico do viaduto estivesse entre as demais obras avaliadas. Porém, pelo fato do projeto de recuperação não ter sido apresentado, a LSE não pode realizar a análise. Além desta, outra obra ainda não auditada é o Complexo Viário do Tijucal, que apresenta algumas frentes de trabalho em andamento.

Passaram pela auditoria da LSE, desde outubro, as trincheiras Círiaco Cândia, Jurumirim/Trabalhadores, Santa Rosa e Verdão, em Cuiabá e do KM Zero, em Vár-zea Grande; os viadutos do Despraiado, Dom Orlando Chaves (FEB), Aeroporto, UFMT e MT-040; e também a Ponte Júlio Muller, na Capital. Realizada por três equipes técnicas, a auditoria analisa todos os detalhes dos projetos de mobilidade urbana. Proprietário da LSE e responsável pelas avaliações, Pedro Afonso de Oliveira, diz que em todas as obras as falhas de construção encontradas são muito semelhantes. O engenheiro ressalta, porém, que as irregularidades não representam grandes riscos à população, desde que devidamente adequadas. “São falhas de construção que precisam ser regularizadas. Há problemas de fissuras, acabamento de taludes, mas nenhum que tenha nos deixado em alerta”.

Publicidade
E-02 · 300 × 420

Quanto ao viaduto da Sefaz, que encontra-se interditado desde o dia 6 de agosto, a auditoria da LSE depende da apresentação do projeto de recuperação da obra. Na época em que anunciou a interdição, a Secopa afirmou que pelos próximos quatro meses o viaduto deveria permanecer fechado para execução das atividades de reestruturação. Com o prazo já encerrado, a obra continua totalmente bloqueada e nenhum serviço foi concluído. O viaduto, que faz parte das obras de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), é de responsabilidade do Consórcio VLT Cuiabá-Várzea Grande, formado pelas empresas Astep, CAF, CR Almeida, Magna e Santa Bárbara. Ao todo, o orçamento do novo modal de transporte é de R$ 1,47 bilhão.

Publicidade
E-03 · 600 × 100E-03 · 300 × 100
Leia tambémConta de água fica 2,76% mais cara em município do Nortão  

“Ainda não recebemos esse projeto, mas acredito que até o final deste ano iremos recebê-lo. O meu prazo para finalização das auditorias era o dia 18 de dezembro, mas, infelizmente, sem o projeto de recuperação é impossível analisar o viaduto da Sefaz”.

Publicidade
E-05 · 300 × 250E-05 · 300 × 250
Publicidade
E-04 · 600 × 100E-04 · 300 × 100

Mais sobre Geral

Ver tudo →
Publicidade
E-06 · 300 × 250
Publicidade
E-08 · 970 × 250E-08 · 300 × 250Billboard antes do rodapé